O segundo turno das eleições brasileiras de 2026 foi o que teve a menor abstenção desde a eleição de 2006, a menor em 20 anos. No pleito de 2026, a taxa ficou em 19,22%. No Brasil, a menor taxa de abstenção da história em eleições gerais tinha ocorrido no primeiro turno da primeira eleição após a redemocratização, em 89, quando o índice de ausência foi de 14,40% do eleitorado. A taxa vai na total contramão do primeiro turno do pleito deste ano, quando os números mostravam que

O segundo turno das eleições brasileiras de 2026 foi o que teve a menor abstenção desde a eleição de 2006, a menor em 20 anos. No pleito de 2026, a taxa ficou em 19,22%. No Brasil, a menor taxa de abstenção da história em eleições gerais tinha ocorrido no primeiro turno da primeira eleição após a redemocratização, em 89, quando o índice de ausência foi de 14,40% do eleitorado. A taxa vai na total contramão do primeiro turno do pleito deste ano, quando os números mostravam que a abstenção de eleitores tinha chegado a um dos níveis mais altos desde as eleições de 1989, com 21,08% (cerca de 33,4 milhões de eleitores). A realização deste ano também contraria o histórico de aumento histórico das ausências do primeiro para o segundo turno das eleições. Historicamente, a abstenção tende a ser maior no segundo turno do que no primeiro com exceção histórica de 2022, quando caiu levemente de 20,9% para 20,59%. Lula foi eleito presidente do Brasil neste domingo, após atingir a marca de mais de 51% dos votos válidos, contra cerca de 48% de Flávio Bolsonaro (PL).
Fonte: cbn.globo.com