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Macron diz que tiroteio nos arredores de Paris foi 'ataque terrorista e racista'

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que o tiroteio que ocorreu nos arredores de Paris foi um ataque terrorista e racista. No ataque, um homem armado matou uma pessoa e feriu outras quatro, entre elas uma criança. Pela rede social X, Macron prestou solidariedade aos familiares das vítimas e disse que o homem foi preso. Ministro francês chama tiroteio com um morto e cinco feridos na periferia de Paris de 'ataque terrorista' O crime está sendo investigado pela Procuradoria Nacion


O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que o tiroteio que ocorreu nos arredores de Paris foi um ataque terrorista e racista. No ataque, um homem armado matou uma pessoa e feriu outras quatro, entre elas uma criança. Pela rede social X, Macron prestou solidariedade aos familiares das vítimas e disse que o homem foi preso. Ministro francês chama tiroteio com um morto e cinco feridos na periferia de Paris de 'ataque terrorista' O crime está sendo investigado pela Procuradoria Nacional Antiterrorista francesa, que apuram o caso como um "homicídio relacionado a uma organização terrorista". O ataque ocorre em meio a onda de protestos que vem tomando as ruas da França e de outros países da Europa. Peritos forenses examinam as evidências em um posto de gasolina onde um homem abriu fogo de seu carro e matou ao menos uma pessoa. AFP O ministro do interior francês anunciou nesta sexta-feira (23) que 70 mil agentes de segurança foram convocados para reforçar a proteção das cidades durante o fim de semana, quando novas manifestações serão realizadas. O governo francês tenta impor limitações à realização dos protestos. Macron sugeriu que só seriam autorizados atos vinculados a organizações sindicais, a fim de evitar as cenas de violência de 17 de outubro, quando cerca de três mil lojas foram vandalizadas e saqueadas. A onda de manifestações vem provocando uma disputa política e ideológica a cerca de seis meses da eleição presidencial francesa e as medidas ostensivas anunciadas pelo governo de Macron devem pressionar ainda mais a corrida eleitoral. Veículos blindados serão colocados em circulação, além do reforço do número de policiais anunciado. Algumas cidades, como Marselha e Lyon, estabeleceram proibições gerais a qualquer manifestação.

Fonte: cbn.globo.com

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