Ao votar na capital federal, o ministro defendeu a soberania dos eleitores e agradeceu aos profissionais envolvidos na organização do pleito
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, votou na manhã deste domingo, 25, em Brasília, e defendeu que a vontade expressa pelos eleitores nas urnas seja respeitada. Após registrar seu voto, ele ressaltou que a legitimidade das autoridades tem origem na soberania popular e afirmou que o país precisa de tranquilidade para enfrentar os desafios dos próximos anos.
“É preciso sempre lembrar que toda autoridade e todo poder emana do povo, portanto, é fundamental que sejam respeitadas as escolhas que derivarem da manifestação da soberania popular”, disse o ministro a jornalistas.
Fachin compareceu ao Centro de Ensino Fundamental 214 Sul, na Asa Sul, região nobre da capital federal, por volta das 11h. Ele estava acompanhado da esposa, Rosana Fachin.
Na avaliação do presidente do STF, a preservação de um ambiente de “paz e tranquilidade” é importante para que o Brasil possa lidar, a partir desta segunda-feira, 26, com questões que exigem a atuação do Estado e respostas às necessidades da sociedade.
O magistrado também reconheceu o trabalho dos profissionais envolvidos na organização da votação, incluindo mesários, presidentes de seção e integrantes da Justiça Eleitoral. Estão se dedicando em todo o Brasil, disse. Durante o período eleitoral, Fachin tem defendido publicamente a atuação das instituições democráticas e a legitimidade do processo de votação.
Neste segundo turno, os eleitores escolhem o próximo presidente da República, que assumirá o cargo em 2027. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disputa a possibilidade de reeleição, enquanto o senador Flávio Bolsonaro tenta dar continuidade ao projeto de seu pai, Jair Bolsonaro, na Presidência.
Fonte: veja.abril.com.br