Lula e Hugo Motta devem discutir PEC do fim da escala 6x1 em reunião nesta terça-feira (26)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, devem se reunir nesta terça-feira (26) para discutir os detalhes finais da PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O encontro também contará com a participação do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. A reunião é considerada decisiva para destravar a tramitação da proposta no Congresso. O principal ponto de divergência neste momento é o prazo de transição para a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas. Segundo interlocutores da Câmara, o relator da PEC, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), pretende concluir o parecer apenas após conversar com Hugo Motta e aguardar o encontro entre o presidente da Câmara e Lula. Nos bastidores, a avaliação é que a implementação da folga de dois dias deve começar ainda neste ano, cerca de 120 dias após a promulgação da proposta. Já a redução da carga horária semanal ainda divide governo e parlamentares. Parte do governo defende aplicação imediata da nova jornada, enquanto outra ala considera necessário um período de adaptação. As negociações discutem uma transição que pode variar entre dois e quatro anos, em busca de apoio suficiente para aprovar a PEC. Para avançar, a proposta precisa de ao menos 308 votos favoráveis em dois turnos de votação na Câmara dos Deputados. A expectativa é que o parecer preliminar seja apresentado por Léo Prates nesta terça-feira à tarde. Hugo Motta se comprometeu a levar o texto para votação na comissão especial e no plenário até quinta-feira (28).

Lula e Hugo Motta devem discutir PEC do fim da escala 6x1 em reunião nesta terça-feira (26)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, devem se reunir nesta terça-feira (26) para discutir os detalhes finais da PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O encontro também contará com a participação do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. A reunião é considerada decisiva para destravar a tramitação da proposta no Congresso. O principal ponto de divergência neste momento é o prazo de transição para a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas. Segundo interlocutores da Câmara, o relator da PEC, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), pretende concluir o parecer apenas após conversar com Hugo Motta e aguardar o encontro entre o presidente da Câmara e Lula. Nos bastidores, a avaliação é que a implementação da folga de dois dias deve começar ainda neste ano, cerca de 120 dias após a promulgação da proposta. Já a redução da carga horária semanal ainda divide governo e parlamentares. Parte do governo defende aplicação imediata da nova jornada, enquanto outra ala considera necessário um período de adaptação. As negociações discutem uma transição que pode variar entre dois e quatro anos, em busca de apoio suficiente para aprovar a PEC. Para avançar, a proposta precisa de ao menos 308 votos favoráveis em dois turnos de votação na Câmara dos Deputados. A expectativa é que o parecer preliminar seja apresentado por Léo Prates nesta terça-feira à tarde. Hugo Motta se comprometeu a levar o texto para votação na comissão especial e no plenário até quinta-feira (28).