A coligação do presidente Lula pediu ao TSE que o canal de WhatsApp Exército do Lula, administrado pelo deputado federal André Janones, deixe de ser tratado como vinculado à campanha petista. O pedido foi apresentado após o TSE aprovar, por unanimidade, novas regras para definir a relação entre canais digitais e candidaturas. A defesa diz que o canal não recebe recursos financeiros, materiais ou suporte técnico da campanha, não é divulgado nos perfis oficiais e não recebe orie

A coligação do presidente Lula pediu ao TSE que o canal de WhatsApp Exército do Lula, administrado pelo deputado federal André Janones, deixe de ser tratado como vinculado à campanha petista. O pedido foi apresentado após o TSE aprovar, por unanimidade, novas regras para definir a relação entre canais digitais e candidaturas. A defesa diz que o canal não recebe recursos financeiros, materiais ou suporte técnico da campanha, não é divulgado nos perfis oficiais e não recebe orientações sobre conteúdo ou metas de publicação. Para a coligação, a iniciativa se enquadra na exceção prevista na resolução para manifestações espontâneas de apoio feitas por pessoas físicas. Os advogados também sustentam que a menção feita por Lula ao canal em um vídeo publicado no dia 7 de outubro não é suficiente, por si só, para caracterizar o vínculo.
Fonte: cbn.globo.com