Coordenadora da campanha bolsonarista defende Ministério da Prosperidade para 'brasileiros crescerem junto com o Brasil'
Daniella Marques, uma das coordenadoras da campanha de Flávio Bolsonaro, afirmou nesta segunda-feira, 19, que os beneficiários do Bolsa Família teriam um período de dois anos antes de serem desligados do programa em um eventual governo do senador fluminense. “Vai ter regra de transição de dois anos [no Bolsa Família] para quem possa abrir seu negócio, ou aceitar emprego de carteira assinada”, disse Marques, em entrevista à rádio CBN Bahia.
O candidato Flávio Bolsonaro promete criar o “Ministério da Prosperidade”, uma espécie de atualização do atual Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), que teria a função de auxiliar beneficiários do Bolsa Família a conquistar autonomia financeira. “O coração do plano é focar na prosperidade. Colocar o brasileiro para crescer junto com o Brasil”, disse Marques. Ela prevê iniciativas de concessão de crédito e capacitação entre os objetivos do ministério.
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A campanha bolsonarista disputa a Presidência da República com o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O segundo turno vai ocorrer no próximo domingo, dia 25 de outubro.
Atualmente, o acesso ao Bolsa Família exige renda mensal de até 218 reais por pessoa da família e inscrição no Cadastro Único (CadÚnico) com os dados de todos os integrantes atualizados. Os beneficiários também precisam cumprir exigências relacionadas à saúde e à educação. Mais de 19 milhões de famílias receberam o benefício em agosto. Desde outubro, o valor mínimo do benefício é de 691 reais, enquanto o valor médio subiu para 777 reais.
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Fonte: veja.abril.com.br