Em vídeo nas redes sociais, Adolfo Sachsida disse que um eventual governo vão "fortalecer programas sociais" e focar em "redução de desperdícios"
Em vídeo publicado nesta quinta-feira, 8, nas redes sociais para “desmentir fake news”, o advogado e economista Adolfo Sachsida, um dos integrantes da equipe econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, afirma que os principais programas sociais, como Bolsa Família e o BPC, não só não serão extintos, como “serão fortalecidos” em um eventual governo do candidato do PL, e também afasta a possibilidade de privatizações.
“Não existirão privatizações de empresas, nenhuma dessas companhias serão tocadas”, disse, mencionando o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Petrobras. Sachsida foi ministro de Minas e Energia no governo de Jair Bolsonaro e também secretário de Política Econômica de Paulo Guedes no Ministério da Economia.
Peço a gentileza de divulgarem e compartilharem esta mensagem.
Trata-se de um compromisso público que assumo, com seriedade, responsabilidade e plena convicção, na condição de coordenador da área econômica do plano de governo do senador @FlavioBolsonaro. pic.twitter.com/J0bfvDBWEy
— Adolfo Sachsida (@ASachsida) October 8, 2026
“Em primeiro lugar, iremos preservar todos os programas sociais. Não só preservar, mas fortalecer”, afirmou. “Se você recebe Bolsa Família, BPC, pode ter certeza de que vamos respeitar muito você e a sua família.”
O ex-secretário também falou em corte de impostos, para “facilitar a vida do empresário e do empreendedor”, na redução de ministérios – “para que 39 ministérios” -, e disse que o foco do ajuste fiscal propalado pela campanha de Flávio será o “corte de desperdícios”.
“O funcionário público terá todo nosso respeito, podem ficar tranquilos, o ajuste fiscal nosso será focado nos excessos absurdos do governo. Não faz sentido um funcionário público ganhar 200.000 reais por mês”, disse. “Podem ter certeza que com serenidade, tranquilidade e uma equipe competente, vamos colocar as contas públicas em ordem, respeitando a população brasileira.”
Fonte: veja.abril.com.br