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Força-Tarefa da Superinteligência da Casa Branca realiza primeira reunião

Segundo resumo obtido pela CNN, grupo discutiu os riscos da tecnologia da inteligência artificial e as maneiras pelas quais o governo pdoe melhorar sua resposta a possíveis problemas

A nova “Força-Tarefa de Superinteligência” da Casa Branca se reuniu pela primeira vez nesta quinta-feira (15), desde a sua criação no final do mês passado, para discutir os riscos da tecnologia da inteligência artificial e as maneiras pelas quais o governo pode melhorar sua resposta a possíveis problemas.

De acordo com um resumo da reunião fornecido à CNN, a força-tarefa liderada pelo Diretor de Inteligência Nacional, Jay Clayton, e por outros integrantes concordou em “revisar e desenvolver protocolos e mecanismos para que laboratórios forneçam alertas antecipados e notificações sistematizadas ao governo sobre violações, invasões, *jailbreaks* e outros problemas”, além de abordar diversos outros itens da pauta.

No anúncio original sobre a força-tarefa, o presidente americano Donald Trump afirmou que o grupo iria “proteger os interesses” e “melhorar a vida” dos americanos, acrescentando que também coordenaria a interação do governo com consumidores, grupos de interesse público, organizações religiosas, provedores de infraestrutura e empresas de IA.

Força-tarefa terá duração inicial de 120 dias

Segundo o relatório da reunião, o grupo aprovou um estatuto que estabelece formalmente a força-tarefa por um período de 120 dias. A iniciativa foi criada após a assinatura do Acordo da Casa Branca sobre Superinteligência, em 29 de setembro, e tem como objetivo garantir a implementação do documento e manter a liderança dos Estados Unidos no desenvolvimento da tecnologia.

Entre as medidas aprovadas está a solicitação de um relatório ao Conselho de Consultores em Ciência e Tecnologia do presidente para avaliar os riscos associados à inteligência artificial em três áreas: cibersegurança e proteção de infraestruturas críticas; biossegurança e aplicações de uso duplo; e controle de modelos e responsabilização.

A força-tarefa também estabeleceu um grupo de trabalho para implementar o acordo, liderado por Clayton, em colaboração com o diretor nacional de cibersegurança, Sean Cairncross.

Governo quer aprimorar resposta a riscos da IA

Outro objetivo, segundo o relatório, é recomendar maneiras de aprimorar a capacidade de resposta do governo dentro das autoridades existentes e propor diretrizes para uma coordenação contínua e de longo prazo sobre a inteligência artificial em todo o governo federal.

O grupo também pretende criar um comitê de coordenação voltado à aplicação da lei e à proteção do consumidor, com participação do Departamento de Justiça, da FTC (Comissão Federal de Comércio) e de outros órgãos.

O relatório prevê ainda a criação de um grupo de trabalho com laboratórios que desenvolvem modelos de IA de fronteira tecnológica e de outro dedicado à proteção de infraestruturas críticas, em colaboração com parceiros dos setores público e privado.

Além disso, a força-tarefa desenvolverá um protocolo com o Departamento do Trabalho para que o órgão apresente relatórios periódicos sobre a superinteligência e seus impactos na força de trabalho e na economia americana.

O relatório acrescenta que, ao longo dos trabalhos, o grupo pretende manter contato com desenvolvedores de modelos avançados de IA, outras empresas do setor, grupos de defesa do consumidor, organizações voltadas às liberdades civis, representantes da indústria e agências federais e estaduais de aplicação da lei. A interlocução deverá subsidiar e apoiar a implementação das iniciativas da força-tarefa.

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

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