Magistrado era natural de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, e atuava na cidade de Mococa
O corpo do juiz Gustavo de Castro Campos foi encontrado na noite de quarta-feira, 7, carbonizado dentro de um carro no interior de São Paulo. De acordo com registros policiais, o veículo foi deixado na zona rural de São João da Boa Vista, cidade a 79 km de distância de Mococa, local em que Campos atuava como magistrado.
Segundo nota publicada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) na manhã desta quinta-feira, 8, Campos ingressou na magistratura paulista como juiz substituto da 14ª Circunscrição Judiciária (CJ), com sede em Barretos, no ano de 2014. Atuou também na comarca de Tambaú e era titular da 2ª Vara da Comarca de Mococa. Antes, Campos atuou como delegado da Polícia Civil do Espírito Santo (PC-ES) e advogou por ao menos uma década.
A Polícia Civil da região investigará o que ocorreu com ele. Até o momento, o registro é de “morte suspeita” e os investigadores estão em fase inicial de apuração e, portanto, não descartam nenhuma pista que apareça ao longo dos primeiros dias.
Nota do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP)
Os integrantes do Tribunal de Justiça de São Paulo comunicam e lamentam o falecimento do juiz Gustavo de Castro Campos e se solidarizam com familiares e amigos neste momento de luto e despedida. O Tribunal registra, com gratidão, sua dedicação e contribuições prestadas ao longo da carreira. O corpo do magistrado foi encontrado na noite de ontem (7), na cidade de São João da Boa Vista. As circunstâncias do ocorrido são investigadas pelas autoridades competentes.
Gustavo Campos nasceu em Mogi das Cruzes (SP), em 1981, e formou-se em Direito pelo Centro Universitário Braz Cubas. Ingressou na Magistratura paulista como juiz substituto da 14ª Circunscrição Judiciária (CJ), com sede em Barretos, no ano de 2014. Atuou também na comarca de Tambaú e era titular da 2ª Vara da Comarca de Mococa.
Fonte: veja.abril.com.br