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Os escândalos que Flávio Bolsonaro e Lula usaram um contra o outro no debate da Band

Candidatos a presidência se enfrentaram na noite deste domingo, 18, pela primeira vez na corrida ao Palácio do Planalto

Os dois candidatos a presidente da República, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) se enfrentaram neste domingo, 18, pela primeira vez em um debate na televisão aberta. O embate de duas horas girou em torno da troca de acusações mútuas sobre escândalos que envolvem os dois presidenciáveis.

O primeiro escândalo abordado no debate foram as investigações sobre o filho do presidente Lula, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha. Ele é suspeito de ter usado sua condição para ajudar a lobista Roberta Luchsinger a conseguir negócios com o governo federal. Ela deu uma entrevista na noite de sábado, 17, à CNN, afirmando que Lulinha era seu sócio e que, com a ajuda dele, acessou vários ministérios.

“A Roberta é uma questão da Polícia Federal”, disse Lula ao ser questionado por Flávio, complementando instantes mais tarde que seu filho “é inocente”. O presidente defendeu a continuidade das investigações.

O caso Master também foi pauta no embate. Lula questionou Flávio sobre o dinheiro que o senador pediu para financiar o filme Dark Horse, que conta a história de vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas o presidenciável do PL não respondeu. Ele rebateu o petista mencionando os áudios divulgados por VEJA nos quais o banqueiro Daniel Vorcaro afirma que doou R$ 30 milhões para o Instituto Lula no intuito de financiar um filme sobre a vida do atual presidente. “O seu foi ‘por fora'”, disse o senador.

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Leia também: Veja o minuto a minuto do debate entre Lula e Flávio Bolsonaro na Band

Os presidenciáveis também trocaram farpas sobre o escândalo do INSS — a fraude por meio da qual várias entidades fizeram descontos não autorizados nas folhas de pagamentos de aposentados e pensionistas. Lula e Flávio trocaram acusações sobre em qual governo o esquema se consolidou, se foi no terceiro mandato de Lula ou nos quatro anos em que Jair Bolsonaro esteve no Planalto.

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Fonte: veja.abril.com.br

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