O Tribunal Superior Eleitoral deu prazo de 48 horas para a Meta, dona do Instagram e do Facebook, explicar problemas relatados pela campanha de Lula para impulsionar publicações nas redes sociais. A equipe do presidente acusa a empresa de restringir o alcance dos conteúdos, falhar na remoção de perfis que atacam Lula e manter publicações proibidas pela Justiça Eleitoral. O ministro Marco Aurélio Bellizze também pediu explicações sobre a desativação da conta de anúncios da campanha

O Tribunal Superior Eleitoral deu prazo de 48 horas para a Meta, dona do Instagram e do Facebook, explicar problemas relatados pela campanha de Lula para impulsionar publicações nas redes sociais. A equipe do presidente acusa a empresa de restringir o alcance dos conteúdos, falhar na remoção de perfis que atacam Lula e manter publicações proibidas pela Justiça Eleitoral. O ministro Marco Aurélio Bellizze também pediu explicações sobre a desativação da conta de anúncios da campanha e sobre possíveis redes de perfis automatizados que promoveriam Flávio Bolsonaro e atacariam o petista. E pediu a Preservação integral dos registros e mecanismos adotados pelas redes sociais na moderação de conteúdo, anúncios e métricas; Detalhamento individualizado sobre as ações de moderação aplicadas desde 16 de agosto - início da campanha eleitoral; Descrever a relação de canais e perfis dos presidenciáveis que foram excluídos do sistema devido às regras eleitorais Em nota, a Meta classificou as acusações como falsas e afirmou que os problemas técnicos mencionados não afetaram apenas o Brasil ou contas específicas. A empresa também declarou cumprir as regras eleitorais e garantir igualdade de condições aos candidatos.
Fonte: cbn.globo.com