Logo WhatsApp Unsplash/Dima Solomin O WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (30) novos recursos de controle parental para adolescentes no Brasil. Segundo a empresa, as ferramentas permitem que pais e responsáveis configurem a forma como menores de idade podem usar o aplicativo de mensagens. As novidades fazem parte de uma atualização feita pela Meta em março, quando a empresa liberou recursos semelhantes de proteção para menores de 13 anos no WhatsApp. Agora, o foco são os adolescentes. C

Logo WhatsApp Unsplash/Dima Solomin O WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (30) novos recursos de controle parental para adolescentes no Brasil. Segundo a empresa, as ferramentas permitem que pais e responsáveis configurem a forma como menores de idade podem usar o aplicativo de mensagens. As novidades fazem parte de uma atualização feita pela Meta em março, quando a empresa liberou recursos semelhantes de proteção para menores de 13 anos no WhatsApp. Agora, o foco são os adolescentes. Com os novos recursos, os responsáveis podem configurar: quem pode ver a foto de perfil do adolescente; quem pode adicioná-lo a grupos; ser informados sobre com quem o adolescente está conversando; receber notificações quando o adolescente entrar ou sair de um grupo; receber notificações quando um grupo do qual ele participa aumentar de número de integrantes; escolher como o adolescente pode usar os canais; definir quais atualizações de status o adolescente pode ver e quem pode ver as publicações dele. Os responsáveis também podem definir qual experiência da Meta AI (IA da Meta) é mais adequada para o adolescente. Segundo a empresa, é possível escolher entre a configuração padrão para maiores de 13 anos e uma opção mais rigorosa, chamada de Conteúdo limitado. A Meta, dona do WhatsApp, afirma que os recursos são opcionais. Caso o adolescente queira flexibilizar algumas das regras, será necessária a aprovação dos pais ou responsáveis, que deverão usar um PIN definido pelo próprio adulto. Conversas continuam privadas A empresa afirma que as ligações feitas e as mensagens enviadas pelo adolescente continuam privadas. Isso significa que os responsáveis não poderão ler as conversas nem receber um relatório sobre com quem o adolescente falou ou para quem ligou. "Ninguém mais pode ler ou ouvir o conteúdo dessas conversas, nem mesmo o WhatsApp", diz a companhia. A chegada das funcionalidades ocorre em um momento de pressão no Brasil com o ECA Digital, para garantir um ambiente online seguro para crianças. Essa pressão também ocorre em outros países.
Fonte: g1.globo.com