Pular para o conteúdo
No ar
Ao vivo agora 3CLIMAS CULTURA RÁDIO JORNAL TV
Tocando agora 3CLIMAS CULTURA ao vivo
Fale no WhatsApp

CSN escolhe chinesa Huaxin para vender negócio de cimento por R$ 12,7 bilhões

Grupo de Benjamin Steinbruch fecha acordo de exclusividade de dez dias com companhia chinesa, que apresentou a melhor proposta em disputa pela CSN Cimentos

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), do empresário Benjamin Steinbruch, escolheu a chinesa Huaxin Building Materials para avançar nas negociações de venda da CSN Cimentos. Em fato relevante divulgado nesta sexta-feira, 30, a siderúrgica anunciou a assinatura de um acordo de exclusividade de dez dias com a companhia asiática, que apresentou a proposta mais vantajosa no processo competitivo iniciado em março. O negócio contempla um valor de empresa (enterprise value) de 12,7 bilhões de reais.

O acordo representa um passo decisivo na tentativa da CSN de se desfazer de sua operação de cimento, uma das principais iniciativas da companhia para reorganizar seus negócios e reduzir o endividamento. Durante o processo, a Huaxin disputou o ativo com outros interessados, incluindo um consórcio formado pela brasileira Votorantim Cimentos e pela italiana Cementir.

A proposta da companhia chinesa prevaleceu sobre as concorrentes, segundo a CSN. A exclusividade permitirá que as duas empresas negociem os documentos definitivos da transação sem a concorrência de outros potenciais compradores durante o período estipulado.

Apesar do avanço, a venda ainda não está concluída. O fato relevante informa que a CSN pretende obter a assinatura dos documentos definitivos em questão de dias. A operação também poderá depender de aprovações regulatórias.

Continua após a publicidade

Caso seja concretizada, a transação representará uma das maiores operações recentes de fusões e aquisições da indústria de materiais de construção no Brasil e abrirá caminho para uma nova etapa da estratégia financeira da CSN. O valor de 12,7 bilhões de reais corresponde à avaliação da empresa na negociação, e não necessariamente ao montante líquido que ingressará no caixa da siderúrgica.

Publicidade

Fonte: veja.abril.com.br

Compartilhar