Campanha do PL havia pedido prorrogação da votação por 'questões climáticas' em cidades gaúchas; governador cita chuvas, mas nega 'cerceamento'
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), negou que as chuvas na região tenham prejudicado o comparecimento no segundo turno de eleição neste domingo, 25.
“Não apenas Rio Grande do Sul, mas Santa Catarina e Paraná tiveram chuvas torrenciais, acabam tendo impacto nas comunidades. Eu não tenho notícia pelas nossas equipes que tenha, pelos eventos recentes, havido algum tipo de cerceamento ou dificuldades pra que as pessoas pudessem acessar os locais de votação”, disse Leite em entrevista a VEJA+TV neste domingo.
Mais cedo, a campanha de Flávio Bolsonaro havia solicitado ao TSE que estendesse o prazo de votação em razão das “condições climáticas” em várias regiões, citando cidades em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul onde as chuvas teriam impedido eleitores de votar.
O horário de votação acabou sendo prorrogado até as 19h, não pelo pedido do PL, mas por uma ação do PT junto ao Supremo Tribunal Federal — o ministro Cristiano Zanin acatou a demanda da campanha petista, que denunciou prefeitos baianos por supostamente impedir a circulação de ônibus durante a votação.
Fonte: veja.abril.com.br