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A mágoa de Roberta Luchsinger com o filho mais velho do presidente

Empresária confidenciou a pessoas próximas que está decepcionada com Lulinha por ele não ter pedido ao pai para parar de atacá-la

Amiga de Lulinha, a lobista Roberta Luchsinger confidenciou a pessoas próximas estar magoada com o filho mais velho de Lula por sua falta de empenho em defendê-la dos ataques que recebeu do presidente desde que os dois passaram a ser investigados pela Polícia Federal (PF) por suspeitas de cometerem tráfico de influência.

Nas vezes em que foi questionado sobre esse assunto, Lula negou conhecer a lobista e xingou Roberta de “pilantra” e de “Vorcaro feminino”.

“Pelo que sei, ela é uma pilantra muito grande. Ela muito se assemelha ao Vorcaro, porque Vorcaro conseguiu enganar um monte de gente e ela parece que enganou um monte de gente”, disse Lula. “Deve ser o Vorcaro feminino” porque ela conseguiu passar por muita gente”, completou ele, em referência ao dono do Banco Master, acusado de ser pivô do maior escândalo financeiro do País.

Amigos de Luchsinger relataram que ela está decepcionada com o fato de Lulinha, de quem sempre foi muito próxima, não ter repreendido o pai por tê-la chamado de “pilantra”, nem pedido para que ele parasse de atacá-la.

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Os dois são amigos há pelo menos uma década e fizeram dezenas de viagens para o exterior custeadas pela lobista. Em uma delas, conforme VEJA revelou,  os dois usaram um luxuoso jato na Finlândia.

Os registros dessa viagem constam no acervo de mensagens, áudios, documentos e fotografias recuperadas pela PF do celular da lobista. Esse material tem com base os inquéritos que miram Roberta e o filho mais velho do presidente.

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Luchsinger manifestou parte desse descontentamento na entrevista que concedeu à CNN na semana passada. “Não serei o boi de piranha que tanto querem colocar tudo em cima de mim. O que eu fiz, se foi crime, vou responder”, afirmou ela.

Ela e Lulinha são investigados pela PF por suspeita de manter uma sociedade oculta que atua de forma permanente e cujo objetivo era defender interesses privados dentro do setor público.

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Um dos negócios pleiteados pela dupla no governo Lula era a produção e a venda de medicamentos derivados da cannabis. O projeto era realizado em parceria com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS” e apontado como principal operador dos desvios bilionários das aposentadorias dos idosos.

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Fonte: veja.abril.com.br

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