A Kia Tasman utiliza motor 2.2 turbodiesel de 210 cv e 45 kgfm, combinado a câmbio automático de oito marchas e tração integral com reduzida
A Kia Tasman chegou ao mercado brasileiro no final de agosto em versão única e preço de R$ 250 mil. Apesar da boa relação de equipamentos, a picape média parece não ter agradado muito os consumidores.
Em setembro, primeiro mês completo de vendas da Tasman, a caminhonete média emplacou apenas 12 unidades para o período. Com o intuito de enfrentar concorrentes como S-10, Ranger e Hilux, o número está bem abaixo das rivais. A picape coreana tem tração 4×4 e um visual fora do comum.
Como é a Kia Tasman?
A Kia Tasman utiliza motor 2.2 turbodiesel de 210 cv e 45 kgfm, combinado a câmbio automático de oito marchas e tração integral com reduzida.
O conjunto oferece os modos Normal, Eco, Sport e Smart, além de programas para neve, lama e areia. A picape acelera de 0 a 100 km/h em 9,7 segundos e chega a 201 km/h.
Com 5,41 metros de comprimento, 1,93 m de largura e 3,27 m de entre-eixos, a Tasman tem porte semelhante ao das principais picapes médias do mercado.

O vão livre do solo é de 231 mm e a capacidade de imersão chega a 800 mm. A caçamba comporta 1.173 litros e pode transportar até 1.007 kg.
O visual aposta em uma identidade própria, com grade dianteira de grandes dimensões, faróis posicionados nas extremidades e molduras nas caixas de roda. Na traseira, as lanternas também ficam nas pontas da carroceria, enquanto a tampa recebe o logotipo da Kia e o nome Tasman.
Interior da Kia Tasman
Por dentro, o destaque é o conjunto de 29,6 polegadas em telas, formado pelo quadro de instrumentos de 12,3 polegadas, central multimídia de 12,3 polegadas e tela de 5 polegadas para o ar-condicionado.
A versão GL (a única disponível) ainda traz carregador por indução, Apple CarPlay e Android Auto sem fio, ar-condicionado de duas zonas e chave presencial.
Na segurança, a Tasman GL oferece airbags frontais, laterais e de cortina, controles de estabilidade e tração, assistentes de descida e partida em rampas, controle de estabilidade para reboque, câmera de ré e sensores dianteiros e traseiros.
O piloto automático é convencional, mas versões mais caras previstas para o Brasil devem ampliar a lista de sistemas de assistência ao motorista.

Fonte: www.cnnbrasil.com.br