O senador Flávio Bolsonaro afirmou que poderá disputar novamente a Presidência antes de 2030. Em tom golpista, o candidato derrotado nas urnas sugeriu que o mandato de Lula poderá ser interrompido. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo dos Estados Unidos, para onde Flávio fugiu após descumprir uma determinação do Supremo Tribunal Federal. O senador afirmou que aposta numa crise econômica capaz de derrubar o presidente Lula antes do fim do mandato. Durante a tr

O senador Flávio Bolsonaro afirmou que poderá disputar novamente a Presidência antes de 2030. Em tom golpista, o candidato derrotado nas urnas sugeriu que o mandato de Lula poderá ser interrompido. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo dos Estados Unidos, para onde Flávio fugiu após descumprir uma determinação do Supremo Tribunal Federal. O senador afirmou que aposta numa crise econômica capaz de derrubar o presidente Lula antes do fim do mandato. Durante a transmissão ao vivo nas redes sociais, Flávio Bolsonaro voltou a alimentar a narrativa de que a eleição foi fraudada, mesmo sem apresentar qualquer prova. O senador afirmou que decidiu deixar o Brasil após conversar com a mulher, Fernanda. Segundo ele, o plano foi mantido em segredo até dos aliados para evitar que fosse frustrado. Flávio saiu do país dois dias depois de receber quase 60 milhões de votos e perder a eleição para Lula. O senador alega que temia ser preso, embora não houvesse mandado de prisão contra ele. Durante a live, o senador Flávio Bolsonaro criticou as negociações que envolvem uma possível anistia ou indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro em troca de apoio à reeleição de Davi Alcolumbre no comando do Senado. O candidato derrotado classificou as conversas como inaceitáveis e defendeu a eleição de Rogério Marinho para o comando da Casa. O senador Flávio Bolsonaro é investigado pelo Supremo Tribunal Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz. Foi nesse inquérito que o ministro Alexandre de Moraes determinou a apreensão dos passaportes do parlamentar.
Fonte: cbn.globo.com