O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Nunes Marques, atendeu outro pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e ordenou neste domingo a suspensão urgente, no prazo máximo de três horas, do canal de mensagens "Exército do Lula" no WhatsApp, administrado pelo deputado federal André Janones. De acordo com Nunes Marques, a estrutura digital era utilizada para coordenar a difusão em massa de conteúdos e narrativas já julgados inverídicos pelo tribunal, como alegações sobre a possível

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Nunes Marques, atendeu outro pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e ordenou neste domingo a suspensão urgente, no prazo máximo de três horas, do canal de mensagens "Exército do Lula" no WhatsApp, administrado pelo deputado federal André Janones. De acordo com Nunes Marques, a estrutura digital era utilizada para coordenar a difusão em massa de conteúdos e narrativas já julgados inverídicos pelo tribunal, como alegações sobre a possível retirada do título de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil, alegados vínculos com milícias e cortes em pensões e outros benefícios. O tribunal apontou que o canal contava com mais de três milhões de seguidores e funcionava sob um regime de "comando único", com ordens expressas para replicar conteúdos sem verificação prévia. Além da suspensão do canal até à homologação do segundo turno, o TSE instaurou um regime de supervisão regulatória direta sobre o WhatsApp e determinou a preservação de todos os registos técnicos por um ano. A campanha do presidente Lula disse que causa estranheza e revolta a decisão do ministro Nunes Marques e a campanha está analisando os recursos jurídicos cabíveis.
Fonte: cbn.globo.com