Vítimas de roubo ou furto de celulares que foram recuperados durante a Operação Frank Mobile, realizada em setembro pelas polícias Civil, Militar, Penal, e também o Ministério Público de São Paulo, começaram a receber nesta segunda-feira (19) esses aparelhos de volta, na sede do MP, depois que autoridades identificaram os donos dos aparelhos. Uma das vítimas é a esteticista Roberta Diniz, de 35 anos, que foi roubada na saída de um evento e achou que não fosse mais rever o aparelho:

Vítimas de roubo ou furto de celulares que foram recuperados durante a Operação Frank Mobile, realizada em setembro pelas polícias Civil, Militar, Penal, e também o Ministério Público de São Paulo, começaram a receber nesta segunda-feira (19) esses aparelhos de volta, na sede do MP, depois que autoridades identificaram os donos dos aparelhos. Uma das vítimas é a esteticista Roberta Diniz, de 35 anos, que foi roubada na saída de um evento e achou que não fosse mais rever o aparelho: "Foi furto. Em frente ao evento da Beauty Fair, no Expo Center Norte. Foi na rua. O rapaz passa de bicicleta e já leva. Ainda tive que tomar um murro pra levar. Ele, certo, ficou de olho de longe. Na hora que eu fui guardar o celular, porque o Uber havia aceitado, só tomei já um murro pra eu dispersar do celular. É, tipo, um murro, e já catou o meu celular. Foi rápido, você nem viu? Rápido, uma pena, voou." A operação Frank Mobile, que resultou na apreensão de toneladas de celulares sem comprovação de origem também identificou as etapas da cadeia criminosa, desde a receptação dos celulares roubados até o desbloqueio dos aparelhos, retirada de peças e revenda. Segundo Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, procurador-Geral de Justiça de São Paulo, o trabalho em conjunto das polícias e do MP é essencial para a recuperação e devolução desses celulares. Para recuperar os aparelhos, autoridades fizeram o cruzamento de informações dos boletins de ocorrência com dados das linhas telefônicas em uso. Por isso é importante registrar na delegacia o roubo e informar o número de EMEI do seu celular. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo recomenda registrar o número do IMEI do celular e manter salvo em um lugar seguro sempre que adquirir um aparelho novo. Esse código numérico serve para diferenciar o aparelho dos outros, funcionando como um RG. O número pode ser localizado na caixa do aparelho ou no menu de configurações. A perícia, no entanto, também consegue obter o número de IMEI, mas quando informado pelo dono do celular, esse processo é mais rápido. Quando a Polícia Civil identifica que um celular roubado está sendo utilizado por outra pessoa, ela pode ser chamada para explicar como adquiriu o aparelho e apresentá-lo em uma unidade policial. Se a apuração indicar que a pessoa adquiriu o celular sabendo da origem ilícita, a polícia aprofunda a investigação para apurar a possível responsabilidade criminal.
Fonte: cbn.globo.com