Coluna Sociedade – Sexta Feira dia 1º de Maio de 2026 

Coluna Sociedade - Sexta Feira dia 1º de Maio de 2026 Celebramos hoje 2 anos da Coluna Sociedade Hoje celebramos dois anos à frente da coluna Sociedade. Ao longo de nossa trajetória de vida como seres humanos, aprendemos lições valiosas; uma das que carrego comigo é a de equilibrar as expectativas em relação a projetos e pessoas. Ao iniciar um novo ciclo, aceitamos o risco do incerto, mas com a certeza de que o movimento é essencial. Para mim, o que fica estagnado não evolui. Por isso, seguimos em frente: arregaçando as mangas e prontos para a luta. Nestas bodas de algodão, faço um balanço com meus caros leitores sobre as conquistas, os desafios e as perspectivas de escrever uma coluna diária para um veículo como o jornal O Estado. Este ano, o jornal celebra 90 anos de existência, um verdadeiro guerreiro, assim como cada profissional que o faz circular, seja na edição impressa, no portal ou nas redes sociais, pois a convergência de conteúdo é fundamental nesta nossa pós-modernidade. Nesses dois anos, foram quase 480 colunas produzidas. O espaço só deixou de circular para dar lugar a projetos especiais, o que muito me orgulha, ao ver nossa página ocupada por marcas que acreditam na força do nosso trabalho. A escolha da data de estreia também teve uma razão, por ser o dia do trabalhador, 1º de maio. É uma data que carrega um peso histórico, fazendo uma referência ao Massacre de Haymarket, em 1886, em Chicago. A data em 1919 é estabelecida na França, e no Brasil, tornou-se feriado em 1924 e, em 1943, foi o momento escolhido por Getúlio Vargas para oficializar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Objetivamente, e sem querer entrar na onda 'à la' Max Weber - que em sua obra A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo discute o trabalho como virtude moral e dever, originando a expressão 'o trabalho dignifica o homem' - tenho plena consciência de que construímos nosso legado, por meio do ofício. Lançar uma coluna social, vista por muitos como fútil, justamente em um 1º de maio, carrega um simbolismo enorme. Demonstra minha fé no trabalho como ferramenta para construir uma sociedade mais justa, próspera e, claro, informada com qualidade. É um trabalho deveras desafiador. A construção da coluna vai muito além do que é veiculado; existem bastidores que exigem tempo, atualização constante, diálogo com fontes e atenção às assessorias. Se pudéssemos definir uma escala, seria 7 por 7: estou sempre atento, com “as antenas ligadas” ao que acontece no cenário social do nosso Ceará, do Brasil e do mundo. Afinal, meu papel é registrar o que nossos conterrâneos estão fazendo de destaque por onde passam. E a ideia é exatamente esta: fazer um jornalismo social voltado para contar histórias de pessoas que possuem visibilidade pela construção de uma vida pautada no trabalho, na ética, na visão de futuro, na estratégia, são aqueles que trabalham como formiguinhas, pessoas comuns que se sentem honradas e agradecidas ao verem seus rostos estampados por aqui. Infelizmente, nem todos alcançam essa percepção, mas isso já seria tema para outra crônica. Hoje é dia de alegria, de festa, de celebração e, acima de tudo, de agradecimento. Primeiramente, gostaria de expressar minha gratidão, a toda a diretoria e editoria do jornal O Estado, pela confiança depositada em meu trabalho. Estendo esse obrigado a todo o time da casa, que encara o "tranco" do cotidiano com maestria, com um agradecimento especial ao amigo e designer Kelton Vasconcelos, que diariamente dá forma e vida às invenções deste colunista. Agradeço também aos parceiros, anunciantes, amigos e leitores. Aos que nos acompanham e enviam mensagens, sejam elas elogios ou críticas - as recebo sempre de braços abertos e com escuta atenta - esse feedback é essencial para o que estamos construindo aqui. Deixar um alô especial ao amigo Hider Ponte, que gentilmente me recorda desta data todos os meses: faça chuva ou faça sol, todo dia 1º recebo sua mensagem. Enfim, amigos, o trabalho que desenvolvemos aqui é fruto de uma curadoria especial, tratando cada espaço com o máximo carinho e respeito aos nossos leitores, seguidores e a toda a nossa audiência. Buscamos inspiração nos grandes nomes do colunismo social mundial e brasileiro, como o precursor Walter Winchell (EUA); Figueiredo Pimentel, o pioneiro no Brasil e "polígrafo da Belle Époque"; além de ícones como Maneco Müller, Ibrahim Sued, Zózimo Barrozo do Amaral, Tavares de Miranda, Carlos Swann, Nina Chaves, Hildegard Angel, Lúcio Brasileiro, Regina Marshall, Geraldina Amaral, Judith Sendy, Maura Barbosa, Robert Robert Sangerie, José Rangel e José Augusto Lopes. Conheci pessoalmente alguns desses mestres, mas debrucei-me sobre a obra de todos em minhas pesquisas acadêmicas. São anos dedicados ao estudo das colunas sociais — um tema que agora aprofundo em meu doutorado. Em breve, se Deus quiser, defenderei a tese intitulada “Ver e se fazer visto: o uso da fotografia nas colunas sociais como construtor do capital soc

Coluna Sociedade – Sexta Feira dia 1º de Maio de 2026 

Coluna Sociedade - Sexta Feira dia 1º de Maio de 2026

Celebramos hoje 2 anos da Coluna Sociedade

Hoje celebramos dois anos à frente da coluna Sociedade. Ao longo de nossa trajetória de vida como seres humanos, aprendemos lições valiosas; uma das que carrego comigo é a de equilibrar as expectativas em relação a projetos e pessoas. Ao iniciar um novo ciclo, aceitamos o risco do incerto, mas com a certeza de que o movimento é essencial. Para mim, o que fica estagnado não evolui. Por isso, seguimos em frente: arregaçando as mangas e prontos para a luta.

Nestas bodas de algodão, faço um balanço com meus caros leitores sobre as conquistas, os desafios e as perspectivas de escrever uma coluna diária para um veículo como o jornal O Estado. Este ano, o jornal celebra 90 anos de existência, um verdadeiro guerreiro, assim como cada profissional que o faz circular, seja na edição impressa, no portal ou nas redes sociais, pois a convergência de conteúdo é fundamental nesta nossa pós-modernidade.

Nesses dois anos, foram quase 480 colunas produzidas. O espaço só deixou de circular para dar lugar a projetos especiais, o que muito me orgulha, ao ver nossa página ocupada por marcas que acreditam na força do nosso trabalho. A escolha da data de estreia também teve uma razão, por ser o dia do trabalhador, 1º de maio. É uma data que carrega um peso histórico, fazendo uma referência ao Massacre de Haymarket, em 1886, em Chicago. A data em 1919 é estabelecida na França, e no Brasil, tornou-se feriado em 1924 e, em 1943, foi o momento escolhido por Getúlio Vargas para oficializar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Objetivamente, e sem querer entrar na onda 'à la' Max Weber - que em sua obra A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo discute o trabalho como virtude moral e dever, originando a expressão 'o trabalho dignifica o homem' - tenho plena consciência de que construímos nosso legado, por meio do ofício. Lançar uma coluna social, vista por muitos como fútil, justamente em um 1º de maio, carrega um simbolismo enorme. Demonstra minha fé no trabalho como ferramenta para construir uma sociedade mais justa, próspera e, claro, informada com qualidade.

É um trabalho deveras desafiador. A construção da coluna vai muito além do que é veiculado; existem bastidores que exigem tempo, atualização constante, diálogo com fontes e atenção às assessorias. Se pudéssemos definir uma escala, seria 7 por 7: estou sempre atento, com “as antenas ligadas” ao que acontece no cenário social do nosso Ceará, do Brasil e do mundo. Afinal, meu papel é registrar o que nossos conterrâneos estão fazendo de destaque por onde passam.

E a ideia é exatamente esta: fazer um jornalismo social voltado para contar histórias de pessoas que possuem visibilidade pela construção de uma vida pautada no trabalho, na ética, na visão de futuro, na estratégia, são aqueles que trabalham como formiguinhas, pessoas comuns que se sentem honradas e agradecidas ao verem seus rostos estampados por aqui. Infelizmente, nem todos alcançam essa percepção, mas isso já seria tema para outra crônica.

Hoje é dia de alegria, de festa, de celebração e, acima de tudo, de agradecimento. Primeiramente, gostaria de expressar minha gratidão, a toda a diretoria e editoria do jornal O Estado, pela confiança depositada em meu trabalho. Estendo esse obrigado a todo o time da casa, que encara o "tranco" do cotidiano com maestria, com um agradecimento especial ao amigo e designer Kelton Vasconcelos, que diariamente dá forma e vida às invenções deste colunista.
Agradeço também aos parceiros, anunciantes, amigos e leitores. Aos que nos acompanham e enviam mensagens, sejam elas elogios ou críticas - as recebo sempre de braços abertos e com escuta atenta - esse feedback é essencial para o que estamos construindo aqui. Deixar um alô especial ao amigo Hider Ponte, que gentilmente me recorda desta data todos os meses: faça chuva ou faça sol, todo dia 1º recebo sua mensagem.

Enfim, amigos, o trabalho que desenvolvemos aqui é fruto de uma curadoria especial, tratando cada espaço com o máximo carinho e respeito aos nossos leitores, seguidores e a toda a nossa audiência. Buscamos inspiração nos grandes nomes do colunismo social mundial e brasileiro, como o precursor Walter Winchell (EUA); Figueiredo Pimentel, o pioneiro no Brasil e "polígrafo da Belle Époque"; além de ícones como Maneco Müller, Ibrahim Sued, Zózimo Barrozo do Amaral, Tavares de Miranda, Carlos Swann, Nina Chaves, Hildegard Angel, Lúcio Brasileiro, Regina Marshall, Geraldina Amaral, Judith Sendy, Maura Barbosa, Robert Robert Sangerie, José Rangel e José Augusto Lopes.
Conheci pessoalmente alguns desses mestres, mas debrucei-me sobre a obra de todos em minhas pesquisas acadêmicas. São anos dedicados ao estudo das colunas sociais — um tema que agora aprofundo em meu doutorado. Em breve, se Deus quiser, defenderei a tese intitulada “Ver e se fazer visto: o uso da fotografia nas colunas sociais como construtor do capital social”, sob a orientação da Professora Dra. Alba Maria Pinho de Carvalho.
Para encerrar, reservo um momento de especial saudosismo para homenagear duas figuras que são fontes inesgotáveis de inspiração: o colunista Flávio Torres, que por muitos anos brilhou neste mesmo espaço, e a querida Dra. Wanda Palhano. Ambos foram mestres que me transmitiram ensinamentos valiosos sobre o grand monde, especial sobre os bastidores.

Depois eu conto!

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