Conselho de Segurança da ONU barra uso da força no Estreito de Ormuz após veto de China e Rússia
Com veto da China e Rússia, o Conselho de Segurança da ONU rejeitou o uso da força para reabrir o Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irã em meio à guerra com Israel e os Estados Unidos. A resolução, proposta pelo Bahrein, estipulava que países poderiam usar “todos os meios defensivos necessários” para proteger a navegação comercial no estreito, um dos grandes pontos de tensão da guerra no Oriente Médio. Embora tenha adotado uma postura neutra na guerra, Pequim costuma mostra alinhamento pragmático com Irã, de quem é o principal comprador de petróleo. Além da China e Russia, outros três países tem poder de veto no conseelho de Segurança da ONU — entre eles, o próprio Estados Unidos, França e Reino Unido. Líder supremo do Irã está inconsciente e em estado grave, diz jornal NASA divulga primeira imagem do lado oculto da Lua captada por missão Artemis II Ultimato de Trump O ultimato, com prazo dado por Donald Trump, acaba às 21h (Brasília). O presidente dos EUA promete atacar infraestrutura vital do Irã, como usinas de energia, caso Estreito de Ormuz não seja reaberto. Trump publicou uma ameaça direta ao Irã, afirmando que “uma civilização inteira morrerá esta noite”. A declaração foi feita na rede Truth Social, poucas horas antes do prazo final para abertura do Estreito de Ormuz imposto pelos Estados Unidos. O Irã tem uma população estimada em 93 milhões de habitantes. Em resposta, o país cortou as comunicações diretas com os Estados Unidos Depois do comentário, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou que acredita que possa receber uma proposta de cessar-fogo do Irã antes do prazo final. O governo iraniano mantém um discurso de resistência. Mais cedo, pediu que jovens formem correntes humanas ao redor de usinas de energia para tentar evitar ataques. O presidente Masoud Pezeshkian afirmou que 14 milhões de pessoas se voluntariaram para morrer na guerra.

Com veto da China e Rússia, o Conselho de Segurança da ONU rejeitou o uso da força para reabrir o Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irã em meio à guerra com Israel e os Estados Unidos. A resolução, proposta pelo Bahrein, estipulava que países poderiam usar “todos os meios defensivos necessários” para proteger a navegação comercial no estreito, um dos grandes pontos de tensão da guerra no Oriente Médio. Embora tenha adotado uma postura neutra na guerra, Pequim costuma mostra alinhamento pragmático com Irã, de quem é o principal comprador de petróleo. Além da China e Russia, outros três países tem poder de veto no conseelho de Segurança da ONU — entre eles, o próprio Estados Unidos, França e Reino Unido. Líder supremo do Irã está inconsciente e em estado grave, diz jornal NASA divulga primeira imagem do lado oculto da Lua captada por missão Artemis II Ultimato de Trump O ultimato, com prazo dado por Donald Trump, acaba às 21h (Brasília). O presidente dos EUA promete atacar infraestrutura vital do Irã, como usinas de energia, caso Estreito de Ormuz não seja reaberto. Trump publicou uma ameaça direta ao Irã, afirmando que “uma civilização inteira morrerá esta noite”. A declaração foi feita na rede Truth Social, poucas horas antes do prazo final para abertura do Estreito de Ormuz imposto pelos Estados Unidos. O Irã tem uma população estimada em 93 milhões de habitantes. Em resposta, o país cortou as comunicações diretas com os Estados Unidos Depois do comentário, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou que acredita que possa receber uma proposta de cessar-fogo do Irã antes do prazo final. O governo iraniano mantém um discurso de resistência. Mais cedo, pediu que jovens formem correntes humanas ao redor de usinas de energia para tentar evitar ataques. O presidente Masoud Pezeshkian afirmou que 14 milhões de pessoas se voluntariaram para morrer na guerra.

Comentários (0)
Comentários do Facebook