EUA confirmam queda de caça no Irã e resgatam um piloto
Um jato militar dos Estados Unidos foi derrubado nesta sexta-feira (3) enquanto sobrevoava o Irã. O presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou o ataque em entrevista à emissora NBC News e afirmou que o episódio não deve interromper negociações com Teerã. Segundo Trump, o ataque não muda a condução do conflito e os Estados Unidos seguem em guerra, sem previsão de interromper as tratativas diplomáticas. A aeronave, um modelo F-15E com capacidade para dois tripulantes, caiu após ser atingida por forças iranianas. Segundo fontes do Exército dos Estados Unidos, uma operação de emergência foi lançada para resgatar os militares — a primeira desde o início da guerra. Um dos pilotos já foi resgatado, enquanto o outro segue desaparecido. De acordo com o jornal The New York Times, uma segunda aeronave da Força Aérea dos EUA também caiu na região do Golfo Pérsico nesta sexta-feira, e o único tripulante foi retirado com vida. O ataque ao caça foi anunciado pela Guarda Revolucionária do Irã. Segundo a imprensa estatal iraniana, autoridades locais chegaram a pedir ajuda da população para localizar os pilotos, oferecendo recompensa por informações. Paralelamente, o Irã rejeitou uma proposta de cessar-fogo de 48 horas apresentada pelos Estados Unidos, segundo a agência semi-oficial Fars. De acordo com uma fonte ouvida pelo veículo, Teerã avalia que a iniciativa foi motivada pela surpresa do governo americano com a capacidade de resposta militar iraniana. No campo militar, Israel afirmou ter realizado mais de 70 bombardeios contra alvos iranianos nas últimas 24 horas, mirando locais de lançamento de mísseis e drones. Após a queda do caça americano, ataques em áreas próximas foram interrompidos para permitir as buscas pelo piloto desaparecido. Em meio à escalada do conflito, o Conselho de Segurança da ONU deve votar uma resolução que pode autorizar o uso da força para proteger a navegação comercial no Estreito de Ormuz. A proposta enfrenta resistência de países com poder de veto, como China, Rússia e França, o que coloca em dúvida sua aprovação. O estreito, rota estratégica para o transporte de petróleo, segue fechado há mais de um mês pelo Irã. O governo iraniano afirma que trabalha em um protocolo para retomar o tráfego marítimo após o fim da guerra, mas indica que a reabertura não deve incluir navios ligados aos Estados Unidos e a Israel.

Um jato militar dos Estados Unidos foi derrubado nesta sexta-feira (3) enquanto sobrevoava o Irã. O presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou o ataque em entrevista à emissora NBC News e afirmou que o episódio não deve interromper negociações com Teerã. Segundo Trump, o ataque não muda a condução do conflito e os Estados Unidos seguem em guerra, sem previsão de interromper as tratativas diplomáticas. A aeronave, um modelo F-15E com capacidade para dois tripulantes, caiu após ser atingida por forças iranianas. Segundo fontes do Exército dos Estados Unidos, uma operação de emergência foi lançada para resgatar os militares — a primeira desde o início da guerra. Um dos pilotos já foi resgatado, enquanto o outro segue desaparecido. De acordo com o jornal The New York Times, uma segunda aeronave da Força Aérea dos EUA também caiu na região do Golfo Pérsico nesta sexta-feira, e o único tripulante foi retirado com vida. O ataque ao caça foi anunciado pela Guarda Revolucionária do Irã. Segundo a imprensa estatal iraniana, autoridades locais chegaram a pedir ajuda da população para localizar os pilotos, oferecendo recompensa por informações. Paralelamente, o Irã rejeitou uma proposta de cessar-fogo de 48 horas apresentada pelos Estados Unidos, segundo a agência semi-oficial Fars. De acordo com uma fonte ouvida pelo veículo, Teerã avalia que a iniciativa foi motivada pela surpresa do governo americano com a capacidade de resposta militar iraniana. No campo militar, Israel afirmou ter realizado mais de 70 bombardeios contra alvos iranianos nas últimas 24 horas, mirando locais de lançamento de mísseis e drones. Após a queda do caça americano, ataques em áreas próximas foram interrompidos para permitir as buscas pelo piloto desaparecido. Em meio à escalada do conflito, o Conselho de Segurança da ONU deve votar uma resolução que pode autorizar o uso da força para proteger a navegação comercial no Estreito de Ormuz. A proposta enfrenta resistência de países com poder de veto, como China, Rússia e França, o que coloca em dúvida sua aprovação. O estreito, rota estratégica para o transporte de petróleo, segue fechado há mais de um mês pelo Irã. O governo iraniano afirma que trabalha em um protocolo para retomar o tráfego marítimo após o fim da guerra, mas indica que a reabertura não deve incluir navios ligados aos Estados Unidos e a Israel.

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