EUA solicita a europeus compromissos concretos para segurança no Estreito de Ormuz, diz agência

Os Estados Unidos solicitaram a seus aliados europeus compromissos concretos para garantir a segurança do Estreito de Ormuz após o fim das hostilidades no Irã, segundo a agência de notícias Bloomberg. A agência, citando um alto representante da OTAN, afirma que os países devem apresentar planos específicos para garantir a segurança do transporte marítimo em poucos dias. De acordo com a fonte ao veículo, essa solicitação foi feita durante conversas entre autoridades americanas e da OTAN na Casa Branca, onde Donald Trump se reuniu com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte. Consultas também ocorreram no Pentágono e no Departamento de Estado. Os Estados Unidos e o presidente do país, Donald Trump, provaram que não são confiáveis. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (9) pelo porta-voz do exército iraniano, enquanto o cessar-fogo entre o Irã e os EUA continua. Em um comunicado divulgado pela rede de notícias estudantil próxima ao regime iraniano, ISNA, Mohammad Akraminias afirmou que as forças armadas do Irã estavam em alerta e totalmente preparadas. 'Os americanos, especialmente Trump, provaram que não são absolutamente confiáveis', disse Akraminias. 'Estamos prontos para agir e obedecendo às ordens do Comandante-em-Chefe'. Israel bombardeia alvos no Líbano e afirma ter matado sobrinho de líder do Hezbollah Fumaça em Beirute, no Líbano, após ataque de Israel. AFP Israel bombardeou mais alvos no Líbano nesta quinta-feira (09), tornando o cessar-fogo no Oriente Médio ainda mais frágil e sem sinais de reabertura do Estreito de Ormuz. Um desses ataques do exército matou o sobrinho de Naim Qassem, líder do Hezbollah. Ali Harshi também era secretário pessoal de Qassem. O grupo, no entanto, ainda não confirmou a informação. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que vai continuar atacando o Hezbollah, grupo extremista libanês apoiado pelo Irã, "onde quer que seja necessário". Também nesta quinta (09), o embaixador do Paquistão em Washington afirmou que o Líbano faz parte do acordo de cessar-fogo mediado pelo primeiro-ministro do país, mesmo que Israel e os Estados Unidos insistam no contrário. Na primeira hora desta quinta-feira, Donald Trump fez uma publicação dizendo que as tropas americanas seguirão no Irã e arredores até que um "verdadeiro acordo" seja negociado. Além das ameaças, impôs condições: O republicano afirmou que o acordo só será concluído se o Irã não puder ter armamentos nucleares e o Estreito de Ormuz permanecer aberto e seguro. Diante das incertezas sobre o cumprimento do acordo para reabertura da navegação na região, o preço do barril de petróleo voltou a subir e está perto dos 100 dólares. A diplomacia também tenta avançar para um acordo de paz definitivo. Washington e Teerã já definiram os representantes que vão liderar as negociações previstas para este fim de semana no Paquistão. A delegação iraniana será composta pelo presidente do Parlamento, ex-comandante da Guarda Revolucionária, e pelo ministro das Relações Exteriores. Do lado da Casa Branca, o vice-presidente JD Vance deve liderar as conversas em Islamabad.

EUA solicita a europeus compromissos concretos para segurança no Estreito de Ormuz, diz agência

Os Estados Unidos solicitaram a seus aliados europeus compromissos concretos para garantir a segurança do Estreito de Ormuz após o fim das hostilidades no Irã, segundo a agência de notícias Bloomberg. A agência, citando um alto representante da OTAN, afirma que os países devem apresentar planos específicos para garantir a segurança do transporte marítimo em poucos dias. De acordo com a fonte ao veículo, essa solicitação foi feita durante conversas entre autoridades americanas e da OTAN na Casa Branca, onde Donald Trump se reuniu com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte. Consultas também ocorreram no Pentágono e no Departamento de Estado. Os Estados Unidos e o presidente do país, Donald Trump, provaram que não são confiáveis. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (9) pelo porta-voz do exército iraniano, enquanto o cessar-fogo entre o Irã e os EUA continua. Em um comunicado divulgado pela rede de notícias estudantil próxima ao regime iraniano, ISNA, Mohammad Akraminias afirmou que as forças armadas do Irã estavam em alerta e totalmente preparadas. 'Os americanos, especialmente Trump, provaram que não são absolutamente confiáveis', disse Akraminias. 'Estamos prontos para agir e obedecendo às ordens do Comandante-em-Chefe'. Israel bombardeia alvos no Líbano e afirma ter matado sobrinho de líder do Hezbollah Fumaça em Beirute, no Líbano, após ataque de Israel. AFP Israel bombardeou mais alvos no Líbano nesta quinta-feira (09), tornando o cessar-fogo no Oriente Médio ainda mais frágil e sem sinais de reabertura do Estreito de Ormuz. Um desses ataques do exército matou o sobrinho de Naim Qassem, líder do Hezbollah. Ali Harshi também era secretário pessoal de Qassem. O grupo, no entanto, ainda não confirmou a informação. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que vai continuar atacando o Hezbollah, grupo extremista libanês apoiado pelo Irã, "onde quer que seja necessário". Também nesta quinta (09), o embaixador do Paquistão em Washington afirmou que o Líbano faz parte do acordo de cessar-fogo mediado pelo primeiro-ministro do país, mesmo que Israel e os Estados Unidos insistam no contrário. Na primeira hora desta quinta-feira, Donald Trump fez uma publicação dizendo que as tropas americanas seguirão no Irã e arredores até que um "verdadeiro acordo" seja negociado. Além das ameaças, impôs condições: O republicano afirmou que o acordo só será concluído se o Irã não puder ter armamentos nucleares e o Estreito de Ormuz permanecer aberto e seguro. Diante das incertezas sobre o cumprimento do acordo para reabertura da navegação na região, o preço do barril de petróleo voltou a subir e está perto dos 100 dólares. A diplomacia também tenta avançar para um acordo de paz definitivo. Washington e Teerã já definiram os representantes que vão liderar as negociações previstas para este fim de semana no Paquistão. A delegação iraniana será composta pelo presidente do Parlamento, ex-comandante da Guarda Revolucionária, e pelo ministro das Relações Exteriores. Do lado da Casa Branca, o vice-presidente JD Vance deve liderar as conversas em Islamabad.