Exército prende três militares condenados em processo da trama golpista
O Exército Brasileiro prendeu, nesta sexta-feira (10), três militares condenados pelo Supremo Tribunal Federal, em 21 de outubro de 2025, por participação na tentativa de golpe de Estado. Os presos são o major da reserva Ângelo Denicoli, o subtenente Giancarlo Rodrigues e o tenente-coronel Guilherme Almeida. Os três vão cumprir pena no Batalhão do Exército, em Brasília. Os presos são do Núcleo 4 e segundo a condenação, faziam parte de um grupo que usava a estrutura da Abin para espionar opositores políticos e espalhar notícias falsas, com o objetivo de desestabilizar as instituições democráticas. Como são militares, a prisão foi efetuada pelo próprio Exército. A Polícia Federal ficará responsável por prender os demais condenados que são civis, como é o caso de Marcelo Bormevet, agenda da Polícia Federal. Dois envolvidos neste mesmo grupo estão foragidos: o coronel Reginaldo Abreu, que está nos Estados Unidos, e o presidente do Instituto Voto Legal, Carlos César Rocha, que está no Reino Unido. Todos foram condenados por crimes como golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e organização criminosa armada.

O Exército Brasileiro prendeu, nesta sexta-feira (10), três militares condenados pelo Supremo Tribunal Federal, em 21 de outubro de 2025, por participação na tentativa de golpe de Estado. Os presos são o major da reserva Ângelo Denicoli, o subtenente Giancarlo Rodrigues e o tenente-coronel Guilherme Almeida. Os três vão cumprir pena no Batalhão do Exército, em Brasília. Os presos são do Núcleo 4 e segundo a condenação, faziam parte de um grupo que usava a estrutura da Abin para espionar opositores políticos e espalhar notícias falsas, com o objetivo de desestabilizar as instituições democráticas. Como são militares, a prisão foi efetuada pelo próprio Exército. A Polícia Federal ficará responsável por prender os demais condenados que são civis, como é o caso de Marcelo Bormevet, agenda da Polícia Federal. Dois envolvidos neste mesmo grupo estão foragidos: o coronel Reginaldo Abreu, que está nos Estados Unidos, e o presidente do Instituto Voto Legal, Carlos César Rocha, que está no Reino Unido. Todos foram condenados por crimes como golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e organização criminosa armada.

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