Libertação de reféns israelenses retidos em Gaza vai começar nesta segunda (13)

A informação foi dada por Osama Hamdan, alto dirigente do grupo terrorista Hamas, em entrevista à agência de notícias France-Presse. A libertação dos 48 reféns retidos em Gaza vai começar na manhã de segunda-feira. A informação foi dada por Osama Hamdan, alto dirigente do grupo terrorista Hamas, em entrevista à agência de notícias France-Presse. Israel estima que, dos 48 reféns, apenas 20 estejam vivos. Ao todo, 251 pessoas foram sequestradas no ataque terrorista de 2023 que iniciou o conflito. Pelo acordo de cessar-fogo proposto pelos Estados Unidos e aprovado na última quarta-feira, o Hamas tem até 72 horas para a libertação dos sequestrados. O prazo termina às 6h de segunda pelo horário de Brasília. Os fundamentalistas, no entanto, alegam não saber onde estão os restos mortais. O grupo pediu mais tempo para concluir a operação. Segundo a imprensa de Israel, oito corpos estão desaparecidos. A Turquia anunciou a criação de uma força-tarefa com autoridades estrangeiras para ajudar o Hamas a localizar os corpos na Faixa de Gaza, com apoio de Israel, Estados Unidos, Catar e Egito. Após o retorno dos sequestrados, Israel deverá libertar cerca de 2 mil prisioneiros palestinos. Eles já começaram a ser transferidos para os presídios de onde serão soltos. O plano ainda prevê o fim dos bombardeios da Faixa de Gaza e o recuo parcial das tropas israelenses. Também na próxima segunda-feira, líderes mundiais vão se reunir na cidade egípcia de Sharm el-Sheikh para finalizar um acordo mirando encerrar a guerra. Mais de 20 governantes devem participar do encontro, incluindo os presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Emmanuel Macron, da França. Este sábado marcou o segundo dia de cessar-fogo. Mais de meio milhão de palestinos voltaram para o norte da Faixa de Gaza após a retirada parcial do Exército israelense. As estradas ficaram lotadas de carros e pessoas a pé. Em Israel, a população fez uma vigília pelos reféns. O enviado especial americano, Steve Witkoff, participou; assim como o genro de Donald Trump, Jared Kushner; e a filha do presidente americano, Ivanka Trump.

Libertação de reféns israelenses retidos em Gaza vai começar nesta segunda (13)

A informação foi dada por Osama Hamdan, alto dirigente do grupo terrorista Hamas, em entrevista à agência de notícias France-Presse. A libertação dos 48 reféns retidos em Gaza vai começar na manhã de segunda-feira. A informação foi dada por Osama Hamdan, alto dirigente do grupo terrorista Hamas, em entrevista à agência de notícias France-Presse. Israel estima que, dos 48 reféns, apenas 20 estejam vivos. Ao todo, 251 pessoas foram sequestradas no ataque terrorista de 2023 que iniciou o conflito. Pelo acordo de cessar-fogo proposto pelos Estados Unidos e aprovado na última quarta-feira, o Hamas tem até 72 horas para a libertação dos sequestrados. O prazo termina às 6h de segunda pelo horário de Brasília. Os fundamentalistas, no entanto, alegam não saber onde estão os restos mortais. O grupo pediu mais tempo para concluir a operação. Segundo a imprensa de Israel, oito corpos estão desaparecidos. A Turquia anunciou a criação de uma força-tarefa com autoridades estrangeiras para ajudar o Hamas a localizar os corpos na Faixa de Gaza, com apoio de Israel, Estados Unidos, Catar e Egito. Após o retorno dos sequestrados, Israel deverá libertar cerca de 2 mil prisioneiros palestinos. Eles já começaram a ser transferidos para os presídios de onde serão soltos. O plano ainda prevê o fim dos bombardeios da Faixa de Gaza e o recuo parcial das tropas israelenses. Também na próxima segunda-feira, líderes mundiais vão se reunir na cidade egípcia de Sharm el-Sheikh para finalizar um acordo mirando encerrar a guerra. Mais de 20 governantes devem participar do encontro, incluindo os presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Emmanuel Macron, da França. Este sábado marcou o segundo dia de cessar-fogo. Mais de meio milhão de palestinos voltaram para o norte da Faixa de Gaza após a retirada parcial do Exército israelense. As estradas ficaram lotadas de carros e pessoas a pé. Em Israel, a população fez uma vigília pelos reféns. O enviado especial americano, Steve Witkoff, participou; assim como o genro de Donald Trump, Jared Kushner; e a filha do presidente americano, Ivanka Trump.