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A ameaça que o furacão Simón ainda representa para o México

Ventos enfraqueceram após fenômeno deixar um morto e danos materiais no Pacífico mexicano, mas tempestade pode tocar o solo nesta semana

O potente furacão Simón, de categoria 3 na escala Saffir-Simpson (que vai até 5), deixou um morto e provocou danos materiais ao passar pela costa do Pacífico mexicano, informaram autoridades do país nesta segunda-feira, 12.

A tempestade ameaçava causar impactos mais severos, mas seus ventos enfraqueceram ao interagir com as montanhas durante seu lento deslocamento ao longo da costa.

No sul do México, em Guerrero, o Simón deixou uma vítima fatal de 71 anos “devido ao desabamento de um muro”, informou a governadora Evelyn Salgado. Nessa região, as chuvas do ciclone inundaram ruas do balneário de Acapulco na semana passada.

Contudo, Puerto Vallarta, joia turística onde se previam impactos significativos do fenômeno, amanheceu nesta segunda-feira com céu limpo e um arco-íris, observou uma equipe da agência de notícias AFP no local. Moradores desse destino de praia faziam exercícios no calçadão enquanto as ondas ainda quebravam com força.

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Ameaça não passou

O fenômeno está se afastando das praias mexicanas, mas pode se aproximar novamente e atingir o estado de Sinaloa na noite de quarta-feira, segundo estimativa da NHC, agência de furacões dos Estados Unidos.

O relatório oficial mais recente indica que o fenômeno “atingirá Mazatlán, em Sinaloa, como um furacão de categoria 1”, disse a coordenadora nacional de Defesa Civil, Laura Velázquez, na coletiva de imprensa diária da Presidência.

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O fenômeno El Niño, caracterizado pelo aumento da temperatura das águas do Pacífico, provoca uma temporada de ciclones mais intensa nesta região.

(Com informações da AFP)

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Fonte: veja.abril.com.br

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