Em vídeo divulgado nas redes sociais, Willer contestou a descrição do ambiente como uma 'sala secreta'
A Justiça negou o pedido do advogado Willer Tomaz para obter direito de resposta no Jornal Nacional antes das eleições. Ele acionou a Globo após uma reportagem exibida na quarta-feira, sobre uma sala encontrada pela Polícia Federal em um hangar no Aeroporto de Brasília. Na ação, também pediu indenização de R$ 10 mil por danos morais.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Willer contestou a descrição do ambiente como uma sala secreta. Segundo o advogado, o espaço é uma sala-cofre de uma empresa de táxi aéreo da qual é sócio, utilizada para atender transportadoras de valores. Para sustentar sua versão, apresentou trechos de contratos com os nomes das contratantes ocultados, sob a justificativa de preservar a segurança das operações.
O advogado afirmou que a porta blindada, a grade e a máquina de contar cédulas são equipamentos compatíveis com a atividade comercial. Também ressaltou que a PF não encontrou dinheiro no local e explicou que a estrutura serve para armazenar malotes antes e depois dos deslocamentos aéreos.
Willer questionou ainda o momento da divulgação da reportagem. Segundo seu relato, a diligência ocorreu em agosto, mas ganhou espaço no telejornal às vésperas do segundo turno. O advogado atribuiu finalidade eleitoral à abordagem e negou que Flávio Bolsonaro (PL) tenha ligação com a empresa de táxi aéreo, com as transportadoras de valores ou com os demais negócios de sua propriedade.
Fonte: veja.abril.com.br