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Ministro do Trabalho diz que decreto que regulamenta fim da escala 6x1 será publicado nesta quinta (5)

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que o governo vai publicar na segunda-feira o decreto que regulamenta o fim da escala 6x1. Ele explicou que as negociações sobre os dias de folga do trabalhador vão ser feitas por acordo de convenção coletiva negociado pelos sindicatos. A regra é: ninguém pode trabalhar 7 dias seguidos na semana e, por mês, cada empregado tem que obrigatoriamente tirar 8 dias de folga. Mas os dias de descanso podem variar. Por exemplo, o trabalhador pode folg


O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que o governo vai publicar na segunda-feira o decreto que regulamenta o fim da escala 6x1. Ele explicou que as negociações sobre os dias de folga do trabalhador vão ser feitas por acordo de convenção coletiva negociado pelos sindicatos. A regra é: ninguém pode trabalhar 7 dias seguidos na semana e, por mês, cada empregado tem que obrigatoriamente tirar 8 dias de folga. Mas os dias de descanso podem variar. Por exemplo, o trabalhador pode folgar 1 dia na semana e fazer jornada de 6x1. Na semana seguinte, em vez de ter apenas 1 dia de descanso, ele pode folgar 2 dias, fazendo uma escala de 5x2. Também vai ser possível trabalhar 4 dias e folgar 3, o que daria uma escala de 4x3. A forma como isso vai ser feito vai ser definido por acordo coletivo negociado entre sindicato e patrão. Inicialmente o decreto estava previsto para ser publicado nesta semana, mas Marinho disse que vai despachar o detalhe do texto com o presidente Lula nesta quinta-feira. Ele detalhou que cada setor vai precisar se enquadrar no melhor modelo que atenda àquela atividade econômica, mas respeitando obrigatoriamente as 8 folgas por mês sem redução de salário. Marinho ainda disse que as empresas que demitiram funcionários como forma de perseguição de empregadores por orientação política vão ser duramente punidas, mas não detalhou a forma que isso aconteceria. O ministro disse que a atuação é de proteger empregados e frisou ser inadmissível demitir funcionários por terem votado no presidente Lula ou no adversário, Flávio Bolsonaro.

Fonte: cbn.globo.com

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