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Novo medicamento genérico para diabetes que também protege os rins e o coração é lançado no Brasil

Versão genérica da empagliflozina, também prescrita a pacientes com insuficiência renal e cardíaca, amplia arsenal terapêutico para diabetes tipo 2

A farmacêutica nacional Prati-Donaduzzi acaba de lançar no país um medicamento genérico à base de empagliflozina. A substância estimula o corpo a eliminar a glicose pela urina, atuando no controle do diabetes tipo 2, e também resguarda o coração e os rins. 

O princípio ativo, que pertence à classe dos inibidores de SGLT2, fez parte de uma revolução no tratamento do diabetes, uma vez que, há pouco mais de uma década, demonstrou em estudos que não só era seguro do ponto de vista cardiovascular como também ajudava a preservar as funções renal e cardíaca – foi a primeira vez que uma droga concebida para domar a glicemia obteve esse feito.

O fármaco, vendido sob prescrição médica, vem em comprimidos nas dosagens de 10 e 25 miligramas, em embalagens com 30 unidades cada. Pela lei dos genéricos, ele deve custar no mínimo 35% a menos que o produto original, de marca.

Com isso, pode ampliar o acesso a uma medicação que, a critério do profissional de saúde, é receitada a pacientes com diabetes tipo 2, doença renal crônica e/ou insuficiência cardíaca. 

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A demanda em potencial é grande. Estima-se que ao menos 20 milhões de brasileiros convivam com o diabetes, 6% da população atinja os critérios diagnósticos de doença renal crônica e entre 2 milhões e 4 milhões tenham insuficiência do coração.

A empagliflozina favorece a eliminação de glicose pela urina e, em determinados grupos de pacientes, pode reduzir o risco de morte cardiovascular, de internações por insuficiência cardíaca e de progressão da doença renal crônica”, afirma a médica Larissy Degani, consultora de prescrição médica da Prati-Donaduzzi,

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Baseada em Toledo, no Paraná, a farmacêutica informa que utilizará sua estrutura de distribuição nacional para abastecer as farmácias do país.

“O avanço científico precisa ser acompanhado de condições para que esse cuidado não apenas chegue ao paciente, mas tenha continuidade. É nessa conexão entre inovação e acesso que os genéricos têm um papel estratégico”, diz Juliana Mendes, gerente de marketing do laboratório.

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Fonte: veja.abril.com.br

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