Resposta: Nos últimos cinco anos o dólar tem oscilado entre a mínima de 4,80 e a máxima de pouco mais de R$ 6. Hoje está em R$ 5,50. Está mais perto da máxima do que da mínima. Só que ninguém consegue prever a cotação do dólar porque são diversos fatores que afetam o preço. Desde as taxas de juros, aqui e lá fora. Até a conjuntura econômica brasileira e mundial. Na prática, então, você tem que escolher o risco que quer correr. Se você deixar o seu dinheiro aplicado num inve

Resposta: Nos últimos cinco anos o dólar tem oscilado entre a mínima de 4,80 e a máxima de pouco mais de R$ 6. Hoje está em R$ 5,50. Está mais perto da máxima do que da mínima. Só que ninguém consegue prever a cotação do dólar porque são diversos fatores que afetam o preço. Desde as taxas de juros, aqui e lá fora. Até a conjuntura econômica brasileira e mundial. Na prática, então, você tem que escolher o risco que quer correr. Se você deixar o seu dinheiro aplicado num investimento atrelado ao CDI, como um CDB indexado ao CDI ou um fundo DI, vai ter um ganho de mais ou menos 8,5% de hoje até junho. Isso considerando que a taxa Selic não vai subir nem cair. Então, com essa rentabilidade, você teria margem para pagar por um dólar um pouco mais caro do que está hoje, e lucraria se a cotação caísse. Mas teria um desembolso maior se subisse. Se você não quiser correr esse tipo de risco, pode investir num fundo cambial. É um tipo de fundo que os grandes bancos e as plataformas de investimento oferecem e que a rentabilidade é praticamente igual à variação cambial. Mas aí pode ser ruim se aplicar, a cotação do dólar cair e você não precisar mais comprar o dólar. Resumo: Se você quiser correr o risco da cotação, pode investir numa aplicação atrelada ao CDI, receber os juros e depois comprar o dólar. A alternativa é travar esse risco cambial investindo num fundo cambial. Mas aí corre o risco de perder em relação a uma aplicação atrelada ao CDI se não precisar mais comprar a moeda. É um dilema que você tem que enfrentar.
Fonte: cbn.globo.com