OAB pede quebra de sigilo do inquérito do Banco Master

O Colégio de Presidentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai pedir ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a quebra do sigilo dos autos da investigação do Banco Master. Conforme a Ordem, a medida vai trazer transparência para o inquérito em meio à crise do STF. A proposta, segundo o presidente da OAB, Beto Simonetti, prevê a criação de uma comissão formada pelos presidentes das seccionais e juristas para analisar as informações sobre as autoridades citadas, incluindo ministros. Simonetti disse acreditar que Fachin deverá aceitar, considerando a pressão popular diante do caso. Fachin convoca plenário do STF para analisar relatórios da PF sobre suposta relação de Moraes e Vorcaro "Nós esperamos desvendar tudo aquilo que a sociedade brasileira tem de dúvidas sobre a participação ou não de autoridades da República perante as investigações. Esse é o papel da Ordem, liderar a sociedade civil neste momento, ir ao Supremo, com muito respeito, para que possamos acessar os fatos e as pessoas citadas possam se defender", disse. Na manhã desta quarta-feira, o presidente Lula também se posicionou e pediu a quebra "completa" do sigilo das investigações do caso do Banco Master. O mandatário voltou a pedir apuração "doa a quem doer" no processo. A OAB decidiu que não vai pedir o afastamento ou o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal - pelo menos, no momento. Algumas seccionais da Ordem sinalizaram nesse sentido, a exemplo do Distrito Federal, que defendeu a abertura de processo de impedimento do ministro Alexandre de Moraes, e os três estados do Sul, que defendem o afastado do magistrado. Na reunião do colegiado ainda ficou definido o reforço do pedido para o encerramento do inquérito das fake news, aberto desde 2019. Mais cedo, Fachin retirou de Moraes a relatoria do caso e a assumiu.

OAB pede quebra de sigilo do inquérito do Banco Master

O Colégio de Presidentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai pedir ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a quebra do sigilo dos autos da investigação do Banco Master. Conforme a Ordem, a medida vai trazer transparência para o inquérito em meio à crise do STF. A proposta, segundo o presidente da OAB, Beto Simonetti, prevê a criação de uma comissão formada pelos presidentes das seccionais e juristas para analisar as informações sobre as autoridades citadas, incluindo ministros. Simonetti disse acreditar que Fachin deverá aceitar, considerando a pressão popular diante do caso. Fachin convoca plenário do STF para analisar relatórios da PF sobre suposta relação de Moraes e Vorcaro "Nós esperamos desvendar tudo aquilo que a sociedade brasileira tem de dúvidas sobre a participação ou não de autoridades da República perante as investigações. Esse é o papel da Ordem, liderar a sociedade civil neste momento, ir ao Supremo, com muito respeito, para que possamos acessar os fatos e as pessoas citadas possam se defender", disse. Na manhã desta quarta-feira, o presidente Lula também se posicionou e pediu a quebra "completa" do sigilo das investigações do caso do Banco Master. O mandatário voltou a pedir apuração "doa a quem doer" no processo. A OAB decidiu que não vai pedir o afastamento ou o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal - pelo menos, no momento. Algumas seccionais da Ordem sinalizaram nesse sentido, a exemplo do Distrito Federal, que defendeu a abertura de processo de impedimento do ministro Alexandre de Moraes, e os três estados do Sul, que defendem o afastado do magistrado. Na reunião do colegiado ainda ficou definido o reforço do pedido para o encerramento do inquérito das fake news, aberto desde 2019. Mais cedo, Fachin retirou de Moraes a relatoria do caso e a assumiu.