PF diz que grupo de Vorcaro acessou sistema sigiloso de investigação a partir da delegacia de Juiz de Fora
Um relátorio da Polícia Federal (PF) cita que Daniel Vorcaro e os membros do grupo "A Turma" acessaram informações sigilosas das investigações do caso por meio de uma delegacia de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. O documento faz parte do inquérito da "Operação Compliance Zero", que teve o sigilo retirado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, e foi divulgado pelo portal g1. Conforme a PF, o relatório confirma que o grupo de Vorcaro conseguiu acessar "indevidamente, pesquisas no sistema ePol, que é de acesso exclusivo de policiais federais", no dia 15 de setembro do ano passado. Diante da gravidade dos fatos, "foi determinada a imediata realização de auditoria nos sistemas da PF, que revelou que o acesso indevido partiu da Delegacia da Polícia em Juiz de Fora". A instituição aponta que a invasão ao sistema teria sido comandada pelo policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, preso em maio deste ano durante uma das fases da "Operação Compliance Zero". Ele foi lotado justamente na delegacia de Juiz de Fora e se aposentou em 2022. Uma das funções de Marilson, segundo a PF, era justamente acessar informações em sistemas de órgãos públicos consideradas relevantes para Vorcaro e para membros do grupo " A Turma", uma espécie de milícia do banqueiro e que tinha como uma das atribuições intimidar pessoas consideradas "inimigas" dele. A PF também aponta que o grupo recebia uma média de R$ 400 mil por mês para manter esse "sofisticado esquema de espionagem", que tinha acesso, inclusive, a sistemas internacionais como do FBI e da Interpol. Sobre as novas revelações do caso, a defesa do ex-policial Marilson Roseno da Silva disse que não vai se manifestar publicamente, apenas nos autos do processo e perante as autoridades competentes. A defesa de Daniel Vorcaro também informou que não vai se manifestar. A "Operação Compliance Zero" da Polícia Federal apura suspeitas de crimes financeiros e a atuação de uma organização ligada ao banqueiro. São investigados crimes como lavagem de dinheiro, corrupção, ameaça, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional.

Um relátorio da Polícia Federal (PF) cita que Daniel Vorcaro e os membros do grupo "A Turma" acessaram informações sigilosas das investigações do caso por meio de uma delegacia de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. O documento faz parte do inquérito da "Operação Compliance Zero", que teve o sigilo retirado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, e foi divulgado pelo portal g1. Conforme a PF, o relatório confirma que o grupo de Vorcaro conseguiu acessar "indevidamente, pesquisas no sistema ePol, que é de acesso exclusivo de policiais federais", no dia 15 de setembro do ano passado. Diante da gravidade dos fatos, "foi determinada a imediata realização de auditoria nos sistemas da PF, que revelou que o acesso indevido partiu da Delegacia da Polícia em Juiz de Fora". A instituição aponta que a invasão ao sistema teria sido comandada pelo policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, preso em maio deste ano durante uma das fases da "Operação Compliance Zero". Ele foi lotado justamente na delegacia de Juiz de Fora e se aposentou em 2022. Uma das funções de Marilson, segundo a PF, era justamente acessar informações em sistemas de órgãos públicos consideradas relevantes para Vorcaro e para membros do grupo " A Turma", uma espécie de milícia do banqueiro e que tinha como uma das atribuições intimidar pessoas consideradas "inimigas" dele. A PF também aponta que o grupo recebia uma média de R$ 400 mil por mês para manter esse "sofisticado esquema de espionagem", que tinha acesso, inclusive, a sistemas internacionais como do FBI e da Interpol. Sobre as novas revelações do caso, a defesa do ex-policial Marilson Roseno da Silva disse que não vai se manifestar publicamente, apenas nos autos do processo e perante as autoridades competentes. A defesa de Daniel Vorcaro também informou que não vai se manifestar. A "Operação Compliance Zero" da Polícia Federal apura suspeitas de crimes financeiros e a atuação de uma organização ligada ao banqueiro. São investigados crimes como lavagem de dinheiro, corrupção, ameaça, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional.
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