Colar de R$ 2 milhões dado por Buzeira a Neymar levou polícia a rede suspeita de receptação de joias roubadas
Um colar de ouro avaliado em R$ 2 milhões, dado de presente a Neymar pelo influenciador Buzeira, foi o ponto de partida de uma investigação que chegou a uma rede suspeita de receptar e revender joias roubadas em São Paulo. Em sabatina, Zema critica penas do 8 de Janeiro e defende privatizações Polícia Civil de SP tem cinco dias para enviar à PF documentos de operação que mirou produtora de 'Dark Horse' Neymar não é investigado. A polícia também não afirma que o ouro usado no colar tenha origem criminosa. A joia foi entregue ao jogador durante o cruzeiro do jogador, "Ney em Alto Mar", em 2023. A repercussão levou os investigadores ao fabricante Douglas Bonetti Rocha, conhecido como Jimmy. Ao apurar a origem do ouro usado por ele, a polícia identificou relações financeiras com Rony Gonçalves, apontado como intermediário entre criminosos e comerciantes do Centro de São Paulo. Empresas derretiam ouro de origem criminosa para dificultar rastreamento Segundo a investigação, alianças e outras joias roubadas chegavam a empresas que derretiam o ouro e produziam novas peças para dificultar o rastreamento da origem. O delegado Ronaldo Sayeg explica como funcionava essa etapa. "Desvelar todo o circuito do ouro, o circuito criminoso do ouro, desde o da subtração por meio de furto ou roubo, passando pelos intermediários, até chegar nas empresas. As empresas que acabam comprando esse ouro sabendo ser de origem criminosa, porque têm razão de como ele chega através de intermediários que também são criminosos, que também são alvos da operação." A apuração também aponta Suedna Barbosa Carneiro, conhecida como “Mainha do Crime”, como integrante do núcleo responsável pela obtenção das joias. No celular dela, a polícia encontrou um vídeo em que um homem pesa alianças dentro de um copo plástico. Rony admite que negociou ouro com Suedna, mas afirma que não sabia de uma possível origem criminosa. Nesta segunda fase da Operação Ouro Reverso, a polícia cumpre quatro mandados de prisão e 28 de busca e apreensão em São Paulo e Guarulhos. A Justiça também determinou o bloqueio de cerca de R$ 34 milhões em bens dos investigados.

Um colar de ouro avaliado em R$ 2 milhões, dado de presente a Neymar pelo influenciador Buzeira, foi o ponto de partida de uma investigação que chegou a uma rede suspeita de receptar e revender joias roubadas em São Paulo. Em sabatina, Zema critica penas do 8 de Janeiro e defende privatizações Polícia Civil de SP tem cinco dias para enviar à PF documentos de operação que mirou produtora de 'Dark Horse' Neymar não é investigado. A polícia também não afirma que o ouro usado no colar tenha origem criminosa. A joia foi entregue ao jogador durante o cruzeiro do jogador, "Ney em Alto Mar", em 2023. A repercussão levou os investigadores ao fabricante Douglas Bonetti Rocha, conhecido como Jimmy. Ao apurar a origem do ouro usado por ele, a polícia identificou relações financeiras com Rony Gonçalves, apontado como intermediário entre criminosos e comerciantes do Centro de São Paulo. Empresas derretiam ouro de origem criminosa para dificultar rastreamento Segundo a investigação, alianças e outras joias roubadas chegavam a empresas que derretiam o ouro e produziam novas peças para dificultar o rastreamento da origem. O delegado Ronaldo Sayeg explica como funcionava essa etapa. "Desvelar todo o circuito do ouro, o circuito criminoso do ouro, desde o da subtração por meio de furto ou roubo, passando pelos intermediários, até chegar nas empresas. As empresas que acabam comprando esse ouro sabendo ser de origem criminosa, porque têm razão de como ele chega através de intermediários que também são criminosos, que também são alvos da operação." A apuração também aponta Suedna Barbosa Carneiro, conhecida como “Mainha do Crime”, como integrante do núcleo responsável pela obtenção das joias. No celular dela, a polícia encontrou um vídeo em que um homem pesa alianças dentro de um copo plástico. Rony admite que negociou ouro com Suedna, mas afirma que não sabia de uma possível origem criminosa. Nesta segunda fase da Operação Ouro Reverso, a polícia cumpre quatro mandados de prisão e 28 de busca e apreensão em São Paulo e Guarulhos. A Justiça também determinou o bloqueio de cerca de R$ 34 milhões em bens dos investigados.
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