Ministro do STJ, Benedito Gonçalves, toma posse como novo corregedor nacional de Justiça no CNJ

O ministro do STJ Benedito Gonçalves tomou posse como novo corregedor nacional de Justiça no CNJ, em meio a investigações envolvendo ministros das altas cortes. O ministro é o primeiro corregedor preto a assumir a chefia da Corregedoria Nacional. Ele sucede o ministro Mauro Campbell, que deixou a função para exercer a vice-presidência do STJ. No comando do órgão responsável pelo controle disciplinar e fiscalização administrativa do Judiciário, o novo corregedor assume investigações apurações herdadas pela antiga gestão, entre elas o caso envolvendo o ministro Marco Buzzi, suspeito de assédio e importunação sexual. Além disso, apurações sobre venda de sentenças em tribunais e pagamentos de penduricalhos que ultrapassam o teto constitucional. Durante a cerimônia, Gonçalves defendeu uma atuação preventiva e orientadora para a corregedoria, focada na identificação de gargalos institucionais e na celeridade da prestação jurisdicional. O magistrado destacou que vai conduzir a apuração de reclamações disciplinares com rigor técnico, integridade e observância ao devido processo legal, alinhando a eficiência administrativa à responsabilidade funcional dos juízes. Com 52 anos de serviço público e 38 anos de magistratura, Benedito Gonçalves foi aprovado pelo Senado com 53 votos favoráveis. No TSE, onde atuou como corregedor-geral, liderou ações de enfrentamento ao abuso de poder e iniciativas voltadas à igualdade racial no processo eleitoral.

Ministro do STJ, Benedito Gonçalves, toma posse como novo corregedor nacional de Justiça no CNJ

O ministro do STJ Benedito Gonçalves tomou posse como novo corregedor nacional de Justiça no CNJ, em meio a investigações envolvendo ministros das altas cortes. O ministro é o primeiro corregedor preto a assumir a chefia da Corregedoria Nacional. Ele sucede o ministro Mauro Campbell, que deixou a função para exercer a vice-presidência do STJ. No comando do órgão responsável pelo controle disciplinar e fiscalização administrativa do Judiciário, o novo corregedor assume investigações apurações herdadas pela antiga gestão, entre elas o caso envolvendo o ministro Marco Buzzi, suspeito de assédio e importunação sexual. Além disso, apurações sobre venda de sentenças em tribunais e pagamentos de penduricalhos que ultrapassam o teto constitucional. Durante a cerimônia, Gonçalves defendeu uma atuação preventiva e orientadora para a corregedoria, focada na identificação de gargalos institucionais e na celeridade da prestação jurisdicional. O magistrado destacou que vai conduzir a apuração de reclamações disciplinares com rigor técnico, integridade e observância ao devido processo legal, alinhando a eficiência administrativa à responsabilidade funcional dos juízes. Com 52 anos de serviço público e 38 anos de magistratura, Benedito Gonçalves foi aprovado pelo Senado com 53 votos favoráveis. No TSE, onde atuou como corregedor-geral, liderou ações de enfrentamento ao abuso de poder e iniciativas voltadas à igualdade racial no processo eleitoral.