Aécio Neves deve recuar de 'aposentadoria' e disputar vaga ao Senado em MG
Após anunciar a "aposentadoria" das eleições, o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, deve recuar da decisão para disputar uma vaga ao Senado por Minas. A reviravolta ocorre após os dois nomes lançados para o Senado na chapa do candidato ao governo Alexandre Kalil, do PDT, decidirem renunciar, abrindo espaço, assim, para o tucano concorrer sozinho. O anúncio deve se formalizado em coletiva convocada por Aécio para esta sexta-feira, às 14h. Segundo o sistema de candidaturas da Justiça Eleitoral, o médico Marcelo Heringer, do PDT, e o empresário do Triângulo, Gustavo Galassi, do PSDB, comunicaram oficialmente as respectivas renúncias. Após a decisão, Gustavo, inclusive, gravou um vídeo com Aécio pedindo para que ele concorra ao Senado. O tucano agradeceu o apoio e sinalizou a possibilidade de disputar o pleito. "Realmente estamos tendo conversas. Tenho recebido estímulos e apelos para assumir uma candidatura ao Senado, mas isso só poderá ser possível a partir do gesto de desprendimento de Gustavo Galassi. E fica aqui de público meu mais absoluto compromisso com o Triângulo Mineiro e com o agronegócio. Agradeço imensamente seu gesto de generosidade", declarou o tucano. Simultaneamente às desistências, houve a divulgação de uma nota conjunta da Federação PSDB-Cidadania e do próprio PDT de Minas defendendo a candidatura de Aécio Neves. Na publicação, as lideranças dos partidos afirmaram que receberam inúmeras manifestações de prefeitos, correligionários e candidatos ao legislativo, de diferentes regiões mineiras, pedindo que Aécio Neves reveja sua decisão e aceite disputar o Senado. Segundo a nota, entre as questões apontadas está o grave problema da dívida de Minas Gerais com a União e "a necessidade de uma representação no Senado com peso político e capacidade de interlocução para liderar esse debate". Questionado pela CBN, o candidato Alexandre Kalil afirmou que Aécio será muito bem-vindo na chapa se quiser ser candidato ao Senado. Disse, ainda, que não tem problema nenhum em associar a imagem dele com a do tucano. "Eu acho o Aécio Neves na chapa é muito bom, porque ele está absolvido de tudo que foi acusado. É um homem que fez o último governo do PSDB em Minas que tinha projeto. Então, eu não vejo problema nenhum. Ninguém impõe um cara do tamanho do Aécio, não. Tomara que o acordo que esteja sendo feito seja bem-sucedido. E ninguém me impõe nada, o Aécio quiser ser candidato, eu não sei como é que está a conversa, será muito bem-vindo", declarou. Procurado, o Tribunal Regional Eleitoral de Minas informou que neste caso, a substituição de candidato ao Senado pode ocorrer em até 10 dias após a homologação da renúncia e até 20 dias antes da realização das eleições.

Após anunciar a "aposentadoria" das eleições, o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, deve recuar da decisão para disputar uma vaga ao Senado por Minas. A reviravolta ocorre após os dois nomes lançados para o Senado na chapa do candidato ao governo Alexandre Kalil, do PDT, decidirem renunciar, abrindo espaço, assim, para o tucano concorrer sozinho. O anúncio deve se formalizado em coletiva convocada por Aécio para esta sexta-feira, às 14h. Segundo o sistema de candidaturas da Justiça Eleitoral, o médico Marcelo Heringer, do PDT, e o empresário do Triângulo, Gustavo Galassi, do PSDB, comunicaram oficialmente as respectivas renúncias. Após a decisão, Gustavo, inclusive, gravou um vídeo com Aécio pedindo para que ele concorra ao Senado. O tucano agradeceu o apoio e sinalizou a possibilidade de disputar o pleito. "Realmente estamos tendo conversas. Tenho recebido estímulos e apelos para assumir uma candidatura ao Senado, mas isso só poderá ser possível a partir do gesto de desprendimento de Gustavo Galassi. E fica aqui de público meu mais absoluto compromisso com o Triângulo Mineiro e com o agronegócio. Agradeço imensamente seu gesto de generosidade", declarou o tucano. Simultaneamente às desistências, houve a divulgação de uma nota conjunta da Federação PSDB-Cidadania e do próprio PDT de Minas defendendo a candidatura de Aécio Neves. Na publicação, as lideranças dos partidos afirmaram que receberam inúmeras manifestações de prefeitos, correligionários e candidatos ao legislativo, de diferentes regiões mineiras, pedindo que Aécio Neves reveja sua decisão e aceite disputar o Senado. Segundo a nota, entre as questões apontadas está o grave problema da dívida de Minas Gerais com a União e "a necessidade de uma representação no Senado com peso político e capacidade de interlocução para liderar esse debate". Questionado pela CBN, o candidato Alexandre Kalil afirmou que Aécio será muito bem-vindo na chapa se quiser ser candidato ao Senado. Disse, ainda, que não tem problema nenhum em associar a imagem dele com a do tucano. "Eu acho o Aécio Neves na chapa é muito bom, porque ele está absolvido de tudo que foi acusado. É um homem que fez o último governo do PSDB em Minas que tinha projeto. Então, eu não vejo problema nenhum. Ninguém impõe um cara do tamanho do Aécio, não. Tomara que o acordo que esteja sendo feito seja bem-sucedido. E ninguém me impõe nada, o Aécio quiser ser candidato, eu não sei como é que está a conversa, será muito bem-vindo", declarou. Procurado, o Tribunal Regional Eleitoral de Minas informou que neste caso, a substituição de candidato ao Senado pode ocorrer em até 10 dias após a homologação da renúncia e até 20 dias antes da realização das eleições.
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