Caiado e Zema se reúnem com trabalhadores em agendas na capital paulista

Os presidenciáveis Ronaldo Caiado, candidato do PSD, e Romeu Zema, do Novo, cumpriram agendas em São Paulo nesta quinta-feira em encontros com trabalhadores na capital. Já Renan Santos, do Missão, está no Nordeste, e em agenda, ele defendeu a prática da vaquejada. Um dos temas discutidos por Caiado durante visita ao Brás, bairro conhecido pela atividade comercial, foi a chamada 'taxa das blusinhas'. O candidato disse que a isenção do imposto de importação para compras internacionais de até 50 dólares deve ser aplicada também para as empresas do país, para não prejudicar o empresário brasileiro: "Você não pode escolher alguém que realmente está gerando emprego na China, em detrimento de quem está gerando emprego no seu próprio país. Todo país tem a responsabilidade de fazer um sistema que proteja aquilo que gera emprego, que gera renda, para que o Estado possa crescer. Eu não vou crescer com o PIB da China. Eu vou crescer com o PIB brasileiro" Caiado também critiou a atuação das bets no Brasil que, segundo ele, foi contrário enquanto senador, e vai propor um regulamento duro caso seja eleito. O candidato não esclareceu, porém, se proibiria a prática, e ponderou que não é dado a um presidente uma autonomia total, e que ele precisaria discutir o assunto com o Congresso; ao contrário de Zema, que, na terça-feira, disse que o primeiro ato de presidente caso fosse eleito seria "acabar" com as bets no país. Mais tarde, nas redes sociais, Caiado atacou o adversário de eleição, Flávio Bolsonaro, do PL, mencionando o escândalo do filme 'Dark Horse, no qual o senador pediu dinheiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcado para financiar o longa. O ex-governador de Goiás escreveu que o Brasil continua esperando a prestação de contas que o Flávio prometeu entregar depois de admitir que recebeu recursos do então dono do Banco Master. Já Zema se reuniu nesta quinta com motoboys na região central de São Paulo e sugeriu a criação de uma tarifa mínima para esse tipo de profissional, além de seguro de vida e de saúde. O Ex-governador de Minas Gerais aproveitou o espaço para criticar o governo Lula, do PT, que tenta a reeleição: “Nós temos um governo pirotécnico, que fica fazendo espetáculo, falando: ‘Estou resolvendo o seu problema’. Mas nós estamos percebendo na pele que a nossa vida só está ficando mais apertada”, Durante a agenda, um tumulto ocorreu por causa de um entregador que acusou outros motoboys de terem recebido duzentos reais para participar da reunião. Ele acabou sendo retirado do local por seguranças do candidato. Em nota, a campanha de Zema negou as acusações feitas pelo entregador e que a equipe de segurança agiu porque alguns motoboys se irritara e tentaram ir para cima do homem. Já Renan Santos cumpriu agenda em Alagoas, em meio a viagens a Estados do Nordeste, e em cima de um cavalo, defendeu a vaquejada, afirmando que, se eleito, vai criar mecanismos específicos de incentivo ao setor.

Caiado e Zema se reúnem com trabalhadores em agendas na capital paulista

Os presidenciáveis Ronaldo Caiado, candidato do PSD, e Romeu Zema, do Novo, cumpriram agendas em São Paulo nesta quinta-feira em encontros com trabalhadores na capital. Já Renan Santos, do Missão, está no Nordeste, e em agenda, ele defendeu a prática da vaquejada. Um dos temas discutidos por Caiado durante visita ao Brás, bairro conhecido pela atividade comercial, foi a chamada 'taxa das blusinhas'. O candidato disse que a isenção do imposto de importação para compras internacionais de até 50 dólares deve ser aplicada também para as empresas do país, para não prejudicar o empresário brasileiro: "Você não pode escolher alguém que realmente está gerando emprego na China, em detrimento de quem está gerando emprego no seu próprio país. Todo país tem a responsabilidade de fazer um sistema que proteja aquilo que gera emprego, que gera renda, para que o Estado possa crescer. Eu não vou crescer com o PIB da China. Eu vou crescer com o PIB brasileiro" Caiado também critiou a atuação das bets no Brasil que, segundo ele, foi contrário enquanto senador, e vai propor um regulamento duro caso seja eleito. O candidato não esclareceu, porém, se proibiria a prática, e ponderou que não é dado a um presidente uma autonomia total, e que ele precisaria discutir o assunto com o Congresso; ao contrário de Zema, que, na terça-feira, disse que o primeiro ato de presidente caso fosse eleito seria "acabar" com as bets no país. Mais tarde, nas redes sociais, Caiado atacou o adversário de eleição, Flávio Bolsonaro, do PL, mencionando o escândalo do filme 'Dark Horse, no qual o senador pediu dinheiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcado para financiar o longa. O ex-governador de Goiás escreveu que o Brasil continua esperando a prestação de contas que o Flávio prometeu entregar depois de admitir que recebeu recursos do então dono do Banco Master. Já Zema se reuniu nesta quinta com motoboys na região central de São Paulo e sugeriu a criação de uma tarifa mínima para esse tipo de profissional, além de seguro de vida e de saúde. O Ex-governador de Minas Gerais aproveitou o espaço para criticar o governo Lula, do PT, que tenta a reeleição: “Nós temos um governo pirotécnico, que fica fazendo espetáculo, falando: ‘Estou resolvendo o seu problema’. Mas nós estamos percebendo na pele que a nossa vida só está ficando mais apertada”, Durante a agenda, um tumulto ocorreu por causa de um entregador que acusou outros motoboys de terem recebido duzentos reais para participar da reunião. Ele acabou sendo retirado do local por seguranças do candidato. Em nota, a campanha de Zema negou as acusações feitas pelo entregador e que a equipe de segurança agiu porque alguns motoboys se irritara e tentaram ir para cima do homem. Já Renan Santos cumpriu agenda em Alagoas, em meio a viagens a Estados do Nordeste, e em cima de um cavalo, defendeu a vaquejada, afirmando que, se eleito, vai criar mecanismos específicos de incentivo ao setor.