Chega a 20 o número de mulheres que denunciou ginecologista suspeito de crimes sexuais em Goiânia

Subiu para 20 o número de mulheres que procuraram a Polícia Civil para denunciar esse ginecologista, o Marcelo Arantes e Silva, que é suspeito de crimes sexuais contra pacientes em Goiânia e em Senador Canedo, na região metropolitana da capital. Segundo a delegada Amanda Menucci, que está investigando o caso, o número de denúncias pode aumentar. Ela explicou que logo depois da divulgação do caso, em apenas um dia, 15 novos registros foram feitos. A delegada explicou que os relatos das vítimas eram semelhantes, embora cada caso tivesse sua particularidade. Entre elas, na época dos fatos, uma mulher grávida foi abusada sexualmente. Algumas vítimas também relataram que foram feitos procedimentos sem o uso de luvas e até exames sem necessidade médica. O Conselho Regional de Medicina informou que o registro profissional do médico foi suspenso por decisão judicial e que as denúncias estavam sendo apuradas em civil. A defesa de Marcelo Arantes informou que ele tem colaborado com a justiça e que está afastado do exercício da profissão enquanto os fatos são investigados. A Polícia Civil segue ouvindo testemunhas, analisando provas e abrindo novos inquéritos até concluir o caso e encaminhar o processo à justiça.

Chega a 20 o número de mulheres que denunciou ginecologista suspeito de crimes sexuais em Goiânia

Subiu para 20 o número de mulheres que procuraram a Polícia Civil para denunciar esse ginecologista, o Marcelo Arantes e Silva, que é suspeito de crimes sexuais contra pacientes em Goiânia e em Senador Canedo, na região metropolitana da capital. Segundo a delegada Amanda Menucci, que está investigando o caso, o número de denúncias pode aumentar. Ela explicou que logo depois da divulgação do caso, em apenas um dia, 15 novos registros foram feitos. A delegada explicou que os relatos das vítimas eram semelhantes, embora cada caso tivesse sua particularidade. Entre elas, na época dos fatos, uma mulher grávida foi abusada sexualmente. Algumas vítimas também relataram que foram feitos procedimentos sem o uso de luvas e até exames sem necessidade médica. O Conselho Regional de Medicina informou que o registro profissional do médico foi suspenso por decisão judicial e que as denúncias estavam sendo apuradas em civil. A defesa de Marcelo Arantes informou que ele tem colaborado com a justiça e que está afastado do exercício da profissão enquanto os fatos são investigados. A Polícia Civil segue ouvindo testemunhas, analisando provas e abrindo novos inquéritos até concluir o caso e encaminhar o processo à justiça.