Ciro Gomes já tem data para bater o martelo sobre disputa ao Planalto
O ex-governador do Ceará e ex-ministro da Fazenda, Ciro Gomes afirmou neste sábado (25) que definirá na segunda quinzena de maio se disputará o Palácio do Planalto neste ano pelo PSDB. Por unanimidade, STF decide manter prisão de ex-presidente do BRB Governadora do DF determina corte de até 25% no valor dos contratos e suspende reajustes Em um encontro com pré-candidatos a deputados estaduais e federais do PSDB na Zona Leste da capital paulista, Ciro falou sobre o cenário eleitoral e criticou os possíveis adversários na corrida ao Planalto, como o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT). Segundo Ciro, o país vive atualmente uma "situação de devastação socioeconômica" que não encontrará alívio nas soluções apresentadas pelo petista e pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ao se apresentar como alternativa a esses possíveis adversários, Ciro Gomes criticou o protagonismo que alguns debates têm tido no meio político e na sociedade. Para o ex-governador, centralizar temas como terceira via ou polarização é uma conduta de "impostura". De acordo com ele, o que importa, atualmente, é debater a economia, afirmando que o "Brasil está sob o maior juro do mundo" e que isso acarreta na paralisação do campo econômico, já que quem tem dinheiro investirá em renda fixa e quem não tem não pode pegar empréstimo, o que prejudicaria a circulação econômica de todo o país. Ciro ainda falou sobre o debate em torno da redução da escala de trabalho 6x1. Ele minimizou o protagonismo que o tema vem tendo no meio político e social, já que, nas palavras dele, "não adiantaria reduzir a escala enquanto metade dos brasileiros está na informalidade". Caso a escala seja reduzida, Ciro entende que haveria queda na produtividade. "Procurar emprego porque não achou. Desemprego aberto e informalidade, o que significa que, enquanto está se discutindo para o meio formal o fim da escala 6x1, metade dos brasileiros estão ou na informalidade, no desalento ou no desemprego aberto. Esta providência simplesmente não vai produzir absolutamente nenhum efeito, a não ser uma queda na produtividade." PSDB avalia candidatura própria em SP com Paulo Serra Paulo Serra, ex-prefeito de Santo André Divulgação Outro tema quente no PSDB é a disputa em São Paulo. A sigla avalia lançar uma candidatura própria ao governo estadual, para fazer frente aos atuais líderes das pesquisas, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT). O nome do PSDB para a disputa, é o ex-prefeito de Santo André e vice-presidente nacional do partido, Paulo Serra. O prazo para a definição é o mesmo de Ciro, a segunda quinzena de maio. Recentemente, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, articulou a migração de cerca de oito deputados estaduais do PSDB para sua legenda, reduzindo a bancada tucana na Assembleia Legislativa a apenas duas deputadas. Questionado sobre como pretende garantir governabilidade em uma eventual vitória, Paulo Serra afirmou que a questão partidária ficará para um segundo momento. A prioridade será apresentar um plano de governo consistente e resgatar o legado de ex-governadores do PSDB, como José Serra, Mário Covas e Franco Montoro. "Então, a questão partidária a gente deixa para um segundo momento. O primeiro momento é apresentar boas propostas a partir da decisão partidária. Eu me coloco à disposição desse projeto maior, sem fanatismo, sem loucura, mas de uma forma muito pé no chão. E, a partir daí, a gente vai construir, tenho certeza, um projeto que vai ter apoio político também." Tanto Ciro Gomes e quanto Paulo Serra defenderam a reestruturação do PSDB, que governou São Paulo por mais de duas décadas, e indicaram que eventuais campanhas devem priorizar o legado dos ex-governadores da sigla no Palácio dos Bandeirantes. o

O ex-governador do Ceará e ex-ministro da Fazenda, Ciro Gomes afirmou neste sábado (25) que definirá na segunda quinzena de maio se disputará o Palácio do Planalto neste ano pelo PSDB. Por unanimidade, STF decide manter prisão de ex-presidente do BRB Governadora do DF determina corte de até 25% no valor dos contratos e suspende reajustes Em um encontro com pré-candidatos a deputados estaduais e federais do PSDB na Zona Leste da capital paulista, Ciro falou sobre o cenário eleitoral e criticou os possíveis adversários na corrida ao Planalto, como o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT). Segundo Ciro, o país vive atualmente uma "situação de devastação socioeconômica" que não encontrará alívio nas soluções apresentadas pelo petista e pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ao se apresentar como alternativa a esses possíveis adversários, Ciro Gomes criticou o protagonismo que alguns debates têm tido no meio político e na sociedade. Para o ex-governador, centralizar temas como terceira via ou polarização é uma conduta de "impostura". De acordo com ele, o que importa, atualmente, é debater a economia, afirmando que o "Brasil está sob o maior juro do mundo" e que isso acarreta na paralisação do campo econômico, já que quem tem dinheiro investirá em renda fixa e quem não tem não pode pegar empréstimo, o que prejudicaria a circulação econômica de todo o país. Ciro ainda falou sobre o debate em torno da redução da escala de trabalho 6x1. Ele minimizou o protagonismo que o tema vem tendo no meio político e social, já que, nas palavras dele, "não adiantaria reduzir a escala enquanto metade dos brasileiros está na informalidade". Caso a escala seja reduzida, Ciro entende que haveria queda na produtividade. "Procurar emprego porque não achou. Desemprego aberto e informalidade, o que significa que, enquanto está se discutindo para o meio formal o fim da escala 6x1, metade dos brasileiros estão ou na informalidade, no desalento ou no desemprego aberto. Esta providência simplesmente não vai produzir absolutamente nenhum efeito, a não ser uma queda na produtividade." PSDB avalia candidatura própria em SP com Paulo Serra Paulo Serra, ex-prefeito de Santo André Divulgação Outro tema quente no PSDB é a disputa em São Paulo. A sigla avalia lançar uma candidatura própria ao governo estadual, para fazer frente aos atuais líderes das pesquisas, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT). O nome do PSDB para a disputa, é o ex-prefeito de Santo André e vice-presidente nacional do partido, Paulo Serra. O prazo para a definição é o mesmo de Ciro, a segunda quinzena de maio. Recentemente, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, articulou a migração de cerca de oito deputados estaduais do PSDB para sua legenda, reduzindo a bancada tucana na Assembleia Legislativa a apenas duas deputadas. Questionado sobre como pretende garantir governabilidade em uma eventual vitória, Paulo Serra afirmou que a questão partidária ficará para um segundo momento. A prioridade será apresentar um plano de governo consistente e resgatar o legado de ex-governadores do PSDB, como José Serra, Mário Covas e Franco Montoro. "Então, a questão partidária a gente deixa para um segundo momento. O primeiro momento é apresentar boas propostas a partir da decisão partidária. Eu me coloco à disposição desse projeto maior, sem fanatismo, sem loucura, mas de uma forma muito pé no chão. E, a partir daí, a gente vai construir, tenho certeza, um projeto que vai ter apoio político também." Tanto Ciro Gomes e quanto Paulo Serra defenderam a reestruturação do PSDB, que governou São Paulo por mais de duas décadas, e indicaram que eventuais campanhas devem priorizar o legado dos ex-governadores da sigla no Palácio dos Bandeirantes. o

Comentários (0)
Comentários do Facebook