Dark Horse: Dino levanta sigilo de investigações sobre supostos desvios de dinheiro público para filme
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu levantar o sigilo das investigações sobre suposto esquema de desvio de dinheiro público ao filme Dark Horse neste domingo (13). O longa aborda sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Dino determinou a unificação das investigações envolvendo emendas parlamentares e verbas da prefeitura de São Paulo. Investigação da PF mostra que 'Dark Horse' esperava faturar R$ 500 milhões Flávio diz que informações divulgadas em quebra de sigilo demonstram que não há irregularidades contra ele O deputado federal Mário Frias é apontado nos autos como provável líder dessa organização criminosa. Além dos desvios, o inquérito cita a apuração de possíveis ligações do grupo com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). O relator destaca indícios de lavagem de dinheiro, confusão patrimonial entre entidades e possíveis conexões com a organização criminosa PCC. Diante da prerrogativa de foro e da conexão entre os fatos, o magistrado ordenou que a Polícia Federal assuma o caso, retirando-o da esfera estadual. Jim Caviezel no pôster de 'Dark Horse', filme sobre Jair Bolsonaro Reprodução/Instagram/therealjimcaviezel Dino determinou que a Secretaria de Segurança de São Paulo entregue todos os celulares, computadores e documentos já apreendidos no estado para a Polícia Federal. O ministro também autorizou que o COAF envie os relatórios financeiros do Instituto Conhecer Brasil e de sua dirigente, Karina Gama, que é a produtora do filme sobre Bolsonaro, para rastrear o caminho do dinheiro Tanto Mário Frias quanto Karina Gama foram alvos da operação Make Up da PF na última quinta envolvendo a suspeita de envio de mais de R$ 4,6 milhões em emendas parlamentares ao filme Dark Horse.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu levantar o sigilo das investigações sobre suposto esquema de desvio de dinheiro público ao filme Dark Horse neste domingo (13). O longa aborda sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Dino determinou a unificação das investigações envolvendo emendas parlamentares e verbas da prefeitura de São Paulo. Investigação da PF mostra que 'Dark Horse' esperava faturar R$ 500 milhões Flávio diz que informações divulgadas em quebra de sigilo demonstram que não há irregularidades contra ele O deputado federal Mário Frias é apontado nos autos como provável líder dessa organização criminosa. Além dos desvios, o inquérito cita a apuração de possíveis ligações do grupo com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). O relator destaca indícios de lavagem de dinheiro, confusão patrimonial entre entidades e possíveis conexões com a organização criminosa PCC. Diante da prerrogativa de foro e da conexão entre os fatos, o magistrado ordenou que a Polícia Federal assuma o caso, retirando-o da esfera estadual. Jim Caviezel no pôster de 'Dark Horse', filme sobre Jair Bolsonaro Reprodução/Instagram/therealjimcaviezel Dino determinou que a Secretaria de Segurança de São Paulo entregue todos os celulares, computadores e documentos já apreendidos no estado para a Polícia Federal. O ministro também autorizou que o COAF envie os relatórios financeiros do Instituto Conhecer Brasil e de sua dirigente, Karina Gama, que é a produtora do filme sobre Bolsonaro, para rastrear o caminho do dinheiro Tanto Mário Frias quanto Karina Gama foram alvos da operação Make Up da PF na última quinta envolvendo a suspeita de envio de mais de R$ 4,6 milhões em emendas parlamentares ao filme Dark Horse.
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