Diretor-geral da PF deve se encontrar com André Mendonça para diminuir tensões

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, deve se encontrar com o ministro do STF André Mendonça na próxima semana. A informação foi confirmada por uma fonte do governo à CBN. O movimento ocorre após o presidente Lula pedir esse encontro para tentar diminuir a tensão entre os dois. A preocupação do governo ocorre porque Mendonça é o relator de inquéritos considerados sensíveis e com potencial impacto eleitoral. Entre eles, duas apurações envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente; além das fraudes do Banco Master e do INSS; e a investigação sobre os repasses ao filme Dark Horse sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A relação entre a Polícia Federal e o ministro do STF tem sido marcada por desconfianças mútuas sobre interferências e motivações políticas nas investigações. No dia 6 de agosto, o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, e o AGU Jorge Messias se reuniram com Mendonça já numa tentativa de reduzir as tensões e intermediar“a paz” entre PF e STF. Na ocasião, a nota em que os 27 superintendentes regionais da Polícia Federal defenderam autonomia e que a as investigações não se submetam a interesses políticos, foi interpretada por Mendonça como reação imediata de Andrei Rodrigues à reunião que ocorria no mesmo momento. Wellington César assegurou a Mendonça que a autonomia da Polícia Federal será respeitada.

Diretor-geral da PF deve se encontrar com André Mendonça para diminuir tensões

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, deve se encontrar com o ministro do STF André Mendonça na próxima semana. A informação foi confirmada por uma fonte do governo à CBN. O movimento ocorre após o presidente Lula pedir esse encontro para tentar diminuir a tensão entre os dois. A preocupação do governo ocorre porque Mendonça é o relator de inquéritos considerados sensíveis e com potencial impacto eleitoral. Entre eles, duas apurações envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente; além das fraudes do Banco Master e do INSS; e a investigação sobre os repasses ao filme Dark Horse sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A relação entre a Polícia Federal e o ministro do STF tem sido marcada por desconfianças mútuas sobre interferências e motivações políticas nas investigações. No dia 6 de agosto, o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, e o AGU Jorge Messias se reuniram com Mendonça já numa tentativa de reduzir as tensões e intermediar“a paz” entre PF e STF. Na ocasião, a nota em que os 27 superintendentes regionais da Polícia Federal defenderam autonomia e que a as investigações não se submetam a interesses políticos, foi interpretada por Mendonça como reação imediata de Andrei Rodrigues à reunião que ocorria no mesmo momento. Wellington César assegurou a Mendonça que a autonomia da Polícia Federal será respeitada.