Escritora e famosa ativista feminista, Gloria Steinem morre aos 92 anos
Figura importante do movimento de libertação feminina a partir da década de 1960, a escritora e ativista Gloria Steinem morreu aos 92 anos. Ela é famosa especialmente pelo seu trabalho na revista Ms., que fez sucesso nos Estados Unidos. A Fundação Gloria Steinem informou em uma publicação nas redes sociais na quinta-feira (3) que ela 'faleceu pacificamente em sua casa na cidade de Nova York, cercada por alguns dos muitos que a amavam'. A causa da morte ainda não foi divulgada. Aclamada nos anos 1970 como 'A Nova Mulher', Steinem cofundou a revista Ms., a primeira grande publicação a ser propriedade de mulheres, dirigida e escrita por elas. A Ms. foi pioneira na promoção da igualdade de direitos, ajudando a conscientizar sobre questões de inclusão, representação na mídia e justiça social que afetavam mulheres e meninas, numa época em que política, mídia e consumismo se misturavam como nunca antes. Como jornalista, Steinem desfez a noção de que 'questões femininas' se restringiam às mulheres, ou que as vozes femininas não pertenciam às discussões sobre política ou guerra. Escritora Gloria Steinem. Reprodução/Wikimedia Commons Ela foi defensora da participação feminina na política, lutando pelo direito ao voto e promovendo candidatas a cargos públicos. Ela promoveu a causa da justiça econômica e social para mulheres e meninas, incluindo a liberdade reprodutiva e a proteção contra a violência doméstica, e trabalhou para promover a presença feminina na mídia. Também criou o Dia de Levar Nossas Filhas ao Trabalho, iniciado pela Fundação Ms. para Mulheres para promover oportunidades no ambiente de trabalho, se tornaria um esforço global que abrange milhões de filhas (e filhos) na luta contra os estereótipos de gênero.

Figura importante do movimento de libertação feminina a partir da década de 1960, a escritora e ativista Gloria Steinem morreu aos 92 anos. Ela é famosa especialmente pelo seu trabalho na revista Ms., que fez sucesso nos Estados Unidos. A Fundação Gloria Steinem informou em uma publicação nas redes sociais na quinta-feira (3) que ela 'faleceu pacificamente em sua casa na cidade de Nova York, cercada por alguns dos muitos que a amavam'. A causa da morte ainda não foi divulgada. Aclamada nos anos 1970 como 'A Nova Mulher', Steinem cofundou a revista Ms., a primeira grande publicação a ser propriedade de mulheres, dirigida e escrita por elas. A Ms. foi pioneira na promoção da igualdade de direitos, ajudando a conscientizar sobre questões de inclusão, representação na mídia e justiça social que afetavam mulheres e meninas, numa época em que política, mídia e consumismo se misturavam como nunca antes. Como jornalista, Steinem desfez a noção de que 'questões femininas' se restringiam às mulheres, ou que as vozes femininas não pertenciam às discussões sobre política ou guerra. Escritora Gloria Steinem. Reprodução/Wikimedia Commons Ela foi defensora da participação feminina na política, lutando pelo direito ao voto e promovendo candidatas a cargos públicos. Ela promoveu a causa da justiça econômica e social para mulheres e meninas, incluindo a liberdade reprodutiva e a proteção contra a violência doméstica, e trabalhou para promover a presença feminina na mídia. Também criou o Dia de Levar Nossas Filhas ao Trabalho, iniciado pela Fundação Ms. para Mulheres para promover oportunidades no ambiente de trabalho, se tornaria um esforço global que abrange milhões de filhas (e filhos) na luta contra os estereótipos de gênero.
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