Lulinha é citado como destino de pagamentos de empresários interessados em contratos com governo, diz PF
Investigações da Polícia Federal revelam que Fábio Luís Lula da Silva é citado como destinatário de pagamentos e benefícios bancados por empresários com interesse em contratos no governo federal. Mensagens apreendidas apontam que a lobista Roberta Luchsinger solicitava valores a empresas de tecnologia para cobrir despesas pessoais de Lulinha. Os relatórios mostram a existência de um grupo de mensagens entre Lulinha, Roberta Luchsinger e Fernando Bittar para conduzir negociações com órgãos públicos federais. Bittar já foi sócio do filho do presidente. Segundo a investigação, as tratativas eram articuladas para tentar preservar e ocultar a participação direta de Lulinha nos esquemas. As mensagens obtidas no celular de Roberta também mostram que o ex-chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, teria pedido a Roberta Luchsinger um quadro avaliado em 100 mil euros. Em outro trecho da conversa, Roberta informa que a obra estava sendo emoldurada para entrega. A troca de mensagens é tratada como mais um indício do suposto pagamento de vantagens indevidas a Marcola, em troca da intermediação de interesses de empresários representados por Roberta. A Polícia Federal identificou 217 mil reais em despesas pessoais de Marcola pagas pela empresária. Nessa sexta (21) o ministro André Mendonça, relator do caso no STF, determinou a abertura de uma investigação sobre o vazamento de informações sigilosas do inquérito. A medida atende a um pedido apresentado pelos advogados de Fábio Luiz Lula da Silva para verificar eventuais violações funcionais na preservação dos dados da investigação.

Investigações da Polícia Federal revelam que Fábio Luís Lula da Silva é citado como destinatário de pagamentos e benefícios bancados por empresários com interesse em contratos no governo federal. Mensagens apreendidas apontam que a lobista Roberta Luchsinger solicitava valores a empresas de tecnologia para cobrir despesas pessoais de Lulinha. Os relatórios mostram a existência de um grupo de mensagens entre Lulinha, Roberta Luchsinger e Fernando Bittar para conduzir negociações com órgãos públicos federais. Bittar já foi sócio do filho do presidente. Segundo a investigação, as tratativas eram articuladas para tentar preservar e ocultar a participação direta de Lulinha nos esquemas. As mensagens obtidas no celular de Roberta também mostram que o ex-chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, teria pedido a Roberta Luchsinger um quadro avaliado em 100 mil euros. Em outro trecho da conversa, Roberta informa que a obra estava sendo emoldurada para entrega. A troca de mensagens é tratada como mais um indício do suposto pagamento de vantagens indevidas a Marcola, em troca da intermediação de interesses de empresários representados por Roberta. A Polícia Federal identificou 217 mil reais em despesas pessoais de Marcola pagas pela empresária. Nessa sexta (21) o ministro André Mendonça, relator do caso no STF, determinou a abertura de uma investigação sobre o vazamento de informações sigilosas do inquérito. A medida atende a um pedido apresentado pelos advogados de Fábio Luiz Lula da Silva para verificar eventuais violações funcionais na preservação dos dados da investigação.
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