Ministério da Justiça diz que PF seguirá investigações com 'independência', após decisões de Fachin
O Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou uma nota em que reafirma a confiança nas instituições republicanas e na Constituição e destaca o prestígio e a credibilidade da Polícia Federal perante a sociedade brasileira. O posicionamento vem em reação à decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, que suspendeu nesta quarta-feira (9) as decisões dos ministros André Mendonça e Flávio Dino sobre o afastamento de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da PF. AGU celebra decisão de Fachin de suspender decisão que afastou Andrei Rodrigues da PF Fachin convoca plenário do STF para analisar relatórios da PF sobre suposta relação de Moraes e Vorcaro A pasta afirma que a PF continuará cumprindo suas missões institucionais com dedicação e compromisso, envolvendo todos os integrantes da corporação, da direção aos servidores. O ministério também reforça que todas as investigações devem prosseguir com absoluta independência, rigor técnico e respeito à lei, alcançando todos os fatos e envolvidos, sem exceções. Segundo a nota, a autonomia investigativa da PF é uma garantia do Estado Democrático de Direito. O ministério afirma ainda que nenhuma circunstância poderá comprometer a continuidade, a profundidade ou a integridade das apurações, que devem buscar o esclarecimento dos fatos e a responsabilização de quem tiver cometido irregularidades. Fachin suspende decisões de Mendonça e Dino sobre afastamento de Andrei Rodrigues da PF O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin, suspendeu nesta quarta-feira (9) a decisão do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada. O presidente do STF ainda deu um prazo de 48h para que Andrei se manifeste para prestar informações. Nesta manhã, o ministro Flávio Dino, decidiu reintegrar imediatamente Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal e Leandro Almada ao cargo de diretor de Inteligência Policial da corporação. A decisão de Dino também foi suspensa por Fachin, e o presidente do STF manteve Andrei Rodrigues como diretor-geral da instituição. "É grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal, quanto o pedido de suspensão de liminar que se encontra sob apreciação desta Presidência", escreveu Fachin na decisão.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou uma nota em que reafirma a confiança nas instituições republicanas e na Constituição e destaca o prestígio e a credibilidade da Polícia Federal perante a sociedade brasileira. O posicionamento vem em reação à decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, que suspendeu nesta quarta-feira (9) as decisões dos ministros André Mendonça e Flávio Dino sobre o afastamento de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da PF. AGU celebra decisão de Fachin de suspender decisão que afastou Andrei Rodrigues da PF Fachin convoca plenário do STF para analisar relatórios da PF sobre suposta relação de Moraes e Vorcaro A pasta afirma que a PF continuará cumprindo suas missões institucionais com dedicação e compromisso, envolvendo todos os integrantes da corporação, da direção aos servidores. O ministério também reforça que todas as investigações devem prosseguir com absoluta independência, rigor técnico e respeito à lei, alcançando todos os fatos e envolvidos, sem exceções. Segundo a nota, a autonomia investigativa da PF é uma garantia do Estado Democrático de Direito. O ministério afirma ainda que nenhuma circunstância poderá comprometer a continuidade, a profundidade ou a integridade das apurações, que devem buscar o esclarecimento dos fatos e a responsabilização de quem tiver cometido irregularidades. Fachin suspende decisões de Mendonça e Dino sobre afastamento de Andrei Rodrigues da PF O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin, suspendeu nesta quarta-feira (9) a decisão do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada. O presidente do STF ainda deu um prazo de 48h para que Andrei se manifeste para prestar informações. Nesta manhã, o ministro Flávio Dino, decidiu reintegrar imediatamente Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal e Leandro Almada ao cargo de diretor de Inteligência Policial da corporação. A decisão de Dino também foi suspensa por Fachin, e o presidente do STF manteve Andrei Rodrigues como diretor-geral da instituição. "É grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal, quanto o pedido de suspensão de liminar que se encontra sob apreciação desta Presidência", escreveu Fachin na decisão.
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