Os desafios de combater os produtos piratas que entram e circulam pelo Brasil

Quais são os desafios de combater os produtos piratas que entram e circulam pelo Brasil? De feiras populares à internet, o mercado ilegal de produtos coloca em risco empresas e consumidores. Mas ainda corre livremente no país. O diretor jurídico do Mercado Livre, Ricardo Lagreca Siqueira, afirma que a solução parte também de uma conscientização da sociedade a respeito da gravidade do crime. 'É um problema que vai desde a conscientização das pessoas que compram, que acham que ali é um ilícito menor, que é normalizado, mas nos painéis anteriores nós vimos que é super ligado ao crime organizado, aumento de violência, queda de arrecadação. Então é um problema muito mais complexo, que todos os atores têm que estar juntos. Um item isolado, uma empresa ou um setor isolado não vai conseguir resolver'. A falsificação de bebidas que levou à crise do metanol no ano passado trouxe o assunto direto no consumidor. E acabou expondo a gravidade do problema por causa do extenso número de vítimas. José Eduardo Cidade, Presidente da Associação Brasileira de Bebidas Destiladas, reforçou o alerta ao cidadão. 'Um dos primeiros indícios de que essa bebida tem origem de um mercado ilegal é preço. Se ela estiver fora do padrão normal que você encontra no varejo, que você encontra naqueles estabelecimentos regulares, chega a ter em torno de 30% a diferença de preço. Segunda questão, qual é o estabelecimento que você está comprando? Ele é um estabelecimento formal, registrado, está ali instalado há bastante tempo'. Esses e outros temas fazem parte do Seminário Mercado Ilegal, promovido na última semana pelos jornais Valor Econômico, O Globo, Extra e pela CBN.

Os desafios de combater os produtos piratas que entram e circulam pelo Brasil

Quais são os desafios de combater os produtos piratas que entram e circulam pelo Brasil? De feiras populares à internet, o mercado ilegal de produtos coloca em risco empresas e consumidores. Mas ainda corre livremente no país. O diretor jurídico do Mercado Livre, Ricardo Lagreca Siqueira, afirma que a solução parte também de uma conscientização da sociedade a respeito da gravidade do crime. 'É um problema que vai desde a conscientização das pessoas que compram, que acham que ali é um ilícito menor, que é normalizado, mas nos painéis anteriores nós vimos que é super ligado ao crime organizado, aumento de violência, queda de arrecadação. Então é um problema muito mais complexo, que todos os atores têm que estar juntos. Um item isolado, uma empresa ou um setor isolado não vai conseguir resolver'. A falsificação de bebidas que levou à crise do metanol no ano passado trouxe o assunto direto no consumidor. E acabou expondo a gravidade do problema por causa do extenso número de vítimas. José Eduardo Cidade, Presidente da Associação Brasileira de Bebidas Destiladas, reforçou o alerta ao cidadão. 'Um dos primeiros indícios de que essa bebida tem origem de um mercado ilegal é preço. Se ela estiver fora do padrão normal que você encontra no varejo, que você encontra naqueles estabelecimentos regulares, chega a ter em torno de 30% a diferença de preço. Segunda questão, qual é o estabelecimento que você está comprando? Ele é um estabelecimento formal, registrado, está ali instalado há bastante tempo'. Esses e outros temas fazem parte do Seminário Mercado Ilegal, promovido na última semana pelos jornais Valor Econômico, O Globo, Extra e pela CBN.