Peru prorroga horário de votação de eleição presidencial após problemas logísticos
O Conselho Nacional Eleitoral do Peru prorrogou ao horário de votação até as 18h desta segunda-feira (13) em pontos específicos. A decisão foi tomada com base em problemas logísticos que ocorreram neste domingo (12). Mais de 60 mil eleitores foram prejudicados porque o material de votação não chegou a tempo a 15 pontos de Lima e dois distritos eleitorais nos Estados Unidos. Apesar da prorrogação, as apurações não tiveram pausa, mas sem divulgação dos resultados. O Peru tenta eleger o nono presidente do país em uma década, em meio a um cenário de fragmentação recorde com 35 candidatos. Segundo as pesquisas de boca de urna, a candidata Keiko Fujimori lidera a corrida, com cerca de 16,6% dos votos. Na disputa pelo segundo lugar estão três candidatos: Roberto Sánchez, com 12,1%; Ricardo Belmont, que tem 11,8%; e Rafael López Aliaga, que aparece com 11%. Como nenhum candidato deve alcançar 50% dos votos, a eleição deve ir para segundo turno, que será disputado no dia 7 de junho. Já na Hungria, houve comemoração pela decisão nas urnas. Milhares de pessoas saíram às ruas para festejar a vitória da oposição, que encerrou um ciclo de 16 anos de poder do líder da extrema direita, Viktor Orbán. O futuro primeiro-ministro deve ser Péter Magyar, líder do partido Tisza, legenda de centro-direita que conquistou 138 das 199 cadeiras no Parlamento. Com dois terços do Congresso, o novo líder terá poderes constitucionais para reverter as leis aprovadas por Viktor Orbán. O partido Fidesz ficou com apenas 55 cadeiras, seu pior desempenho em décadas. Ícone da direita nacionalista e aliado dos presidentes Trump e Vladimir Putin, Orbán reconheceu a derrota em um discurso breve, classificando o resultado como "claro e doloroso". A eleição na Hungria era considerada a mais importante da Europa neste ano e registrou uma participação recorde de 66% dos eleitores. Durante os 16 anos como primeiro-ministro, Orbán promoveu medidas duras contra direitos de minorias e liberdade de imprensa, enfraqueceu diversas instituições húngaras e foi acusado de corrupção. Ele também tensionou fortemente a relação da Hungria com a União Europeia e usou repetidamente seu poder de veto para bloquear decisões que exigem unanimidade, como o empréstimo de 90 bilhões de euros à Ucrânia. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, celebrou a vitória da oposição. O futuro primeiro-ministro da Hungria tem 45 anos e é ex-aliado de Viktor Orbán. Ele promete reaproximar a Hungria do Ocidente; reduzir a dependência energética da Rússia e liberar 18 bilhões de euros em fundos que foram congelados pela União Europeia.

O Conselho Nacional Eleitoral do Peru prorrogou ao horário de votação até as 18h desta segunda-feira (13) em pontos específicos. A decisão foi tomada com base em problemas logísticos que ocorreram neste domingo (12). Mais de 60 mil eleitores foram prejudicados porque o material de votação não chegou a tempo a 15 pontos de Lima e dois distritos eleitorais nos Estados Unidos. Apesar da prorrogação, as apurações não tiveram pausa, mas sem divulgação dos resultados. O Peru tenta eleger o nono presidente do país em uma década, em meio a um cenário de fragmentação recorde com 35 candidatos. Segundo as pesquisas de boca de urna, a candidata Keiko Fujimori lidera a corrida, com cerca de 16,6% dos votos. Na disputa pelo segundo lugar estão três candidatos: Roberto Sánchez, com 12,1%; Ricardo Belmont, que tem 11,8%; e Rafael López Aliaga, que aparece com 11%. Como nenhum candidato deve alcançar 50% dos votos, a eleição deve ir para segundo turno, que será disputado no dia 7 de junho. Já na Hungria, houve comemoração pela decisão nas urnas. Milhares de pessoas saíram às ruas para festejar a vitória da oposição, que encerrou um ciclo de 16 anos de poder do líder da extrema direita, Viktor Orbán. O futuro primeiro-ministro deve ser Péter Magyar, líder do partido Tisza, legenda de centro-direita que conquistou 138 das 199 cadeiras no Parlamento. Com dois terços do Congresso, o novo líder terá poderes constitucionais para reverter as leis aprovadas por Viktor Orbán. O partido Fidesz ficou com apenas 55 cadeiras, seu pior desempenho em décadas. Ícone da direita nacionalista e aliado dos presidentes Trump e Vladimir Putin, Orbán reconheceu a derrota em um discurso breve, classificando o resultado como "claro e doloroso". A eleição na Hungria era considerada a mais importante da Europa neste ano e registrou uma participação recorde de 66% dos eleitores. Durante os 16 anos como primeiro-ministro, Orbán promoveu medidas duras contra direitos de minorias e liberdade de imprensa, enfraqueceu diversas instituições húngaras e foi acusado de corrupção. Ele também tensionou fortemente a relação da Hungria com a União Europeia e usou repetidamente seu poder de veto para bloquear decisões que exigem unanimidade, como o empréstimo de 90 bilhões de euros à Ucrânia. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, celebrou a vitória da oposição. O futuro primeiro-ministro da Hungria tem 45 anos e é ex-aliado de Viktor Orbán. Ele promete reaproximar a Hungria do Ocidente; reduzir a dependência energética da Rússia e liberar 18 bilhões de euros em fundos que foram congelados pela União Europeia.

Comentários (0)
Comentários do Facebook