Irã afirma estar pronto para enfrentar novos ataques 'em qualquer lugar a qualquer momento'

Um comandante iraniano afirmou nesta terça-feira (13) que exercícios militares recentes realizados nos arredores da capital do país demonstram que as forças da República Islâmica estão em um 'alto nível de prontidão abrangente' para enfrentar um novo ataque dos Estados Unidos ou de Israel, 'em qualquer lugar e a qualquer momento'. A afirmação é do Brigadeiro-General Hassan Hassanzadeh, comandante do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica para a região de Teerã, dizendo que os exercícios de cinco dias monstraram a capacidade de suas tropas 'de confrontar qualquer movimento do inimigo hostil, os inimigos americanos e sionistas, em qualquer lugar e a qualquer momento, com o menor tempo de resposta possível'. Tropas, incluindo forças especiais e comandos da Guarda Revolucionária iraniana, participaram dos exercícios, que incluíram a simulação de operações pré-planejadas 'para confrontar as operações especiais do inimigo... e táticas e técnicas de unidade para confrontar o inimigo em qualquer terreno e em qualquer situação'. O anúncio dos exercícios aconteceu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertar que o cessar-fogo na guerra do Oriente Médio estava à beira do colapso. Os exercícios envolveram o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, o braço ideológico das forças armadas iranianas, bem como a Basij, uma força paramilitar afiliada à Guarda, de acordo com a TV estatal. 'Aprimorar a capacidade de combate para enfrentar qualquer movimento do inimigo americano-sionista foi um dos objetivos e cenários implementados neste exercício, que foi realizado com sucesso', disse o Brigadeiro-General Hassan Hassanzadeh, comandante da Guarda Revolucionária de Teerã, citado pela TV estatal. Trump ameaça Irã e diz que país precisa fechar acordo ou será 'dizimado' Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Divulgação/Casa Branca O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manteve ameaças ao Irã na guerra no Oriente Médio ao ser questionados por jornalistas pouco antes de embarcar para a China. Segundo ele, o conflito está 'sob controle', porém ainda é necessário um acordo. Então, o republicano ameaçou o Irã dizendo que 'ou fechamos um acordo ou eles serão dizimados'. 'De um jeito ou de outro, nós ganhamos'. Trump ainda prometeu que, se não houver um acordo, ele mesmo 'terminará o trabalho'. 'Eles vão fazer a coisa certa, ou vamos terminar o trabalho'. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que não pensa nos efeitos econômicos da guerra com o Irã sobre os cidadãos americanos. Ao ser questionado se isso influencia nas negociações, o republicano comentou que não 'pensa em ninguém' para isso. 'Eu penso em uma coisa só: não podemos deixar o Irã ter uma arma nuclear'. Com o Estreito de Ormuz permanecendo fechado e sem uma solução clara à vista no Oriente Médio, o apoio do presidente à economia despencou. No mês passado, 51% dos americanos entrevistados por uma pesquisa da CBS News/YouGov disseram que o aumento dos preços da gasolina representa uma dificuldade financeira. A inflação em abril subiu para uma taxa anual de 3,8%, a mais alta desde 2023. O presidente afirmou desde o início da guerra que as consequências para os americanos seriam piores se o Irã possuísse armas nucleares. De acordo com levantamento da associação de postos de combustíveis, o preço médio nacional da gasolina nessa terça-feira (12) era de US$ 4,50. No entanto, Trump disse que a guerra estava indo tão bem que o assunto não seria mencionado quando se encontrasse com o presidente chinês Xi Jinping. 'Temos muitas coisas para discutir, mas, para ser honesto, eu não diria que o Irã é uma delas, porque temos o Irã sob controle'.

Irã afirma estar pronto para enfrentar novos ataques 'em qualquer lugar a qualquer momento'

Um comandante iraniano afirmou nesta terça-feira (13) que exercícios militares recentes realizados nos arredores da capital do país demonstram que as forças da República Islâmica estão em um 'alto nível de prontidão abrangente' para enfrentar um novo ataque dos Estados Unidos ou de Israel, 'em qualquer lugar e a qualquer momento'. A afirmação é do Brigadeiro-General Hassan Hassanzadeh, comandante do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica para a região de Teerã, dizendo que os exercícios de cinco dias monstraram a capacidade de suas tropas 'de confrontar qualquer movimento do inimigo hostil, os inimigos americanos e sionistas, em qualquer lugar e a qualquer momento, com o menor tempo de resposta possível'. Tropas, incluindo forças especiais e comandos da Guarda Revolucionária iraniana, participaram dos exercícios, que incluíram a simulação de operações pré-planejadas 'para confrontar as operações especiais do inimigo... e táticas e técnicas de unidade para confrontar o inimigo em qualquer terreno e em qualquer situação'. O anúncio dos exercícios aconteceu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertar que o cessar-fogo na guerra do Oriente Médio estava à beira do colapso. Os exercícios envolveram o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, o braço ideológico das forças armadas iranianas, bem como a Basij, uma força paramilitar afiliada à Guarda, de acordo com a TV estatal. 'Aprimorar a capacidade de combate para enfrentar qualquer movimento do inimigo americano-sionista foi um dos objetivos e cenários implementados neste exercício, que foi realizado com sucesso', disse o Brigadeiro-General Hassan Hassanzadeh, comandante da Guarda Revolucionária de Teerã, citado pela TV estatal. Trump ameaça Irã e diz que país precisa fechar acordo ou será 'dizimado' Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Divulgação/Casa Branca O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manteve ameaças ao Irã na guerra no Oriente Médio ao ser questionados por jornalistas pouco antes de embarcar para a China. Segundo ele, o conflito está 'sob controle', porém ainda é necessário um acordo. Então, o republicano ameaçou o Irã dizendo que 'ou fechamos um acordo ou eles serão dizimados'. 'De um jeito ou de outro, nós ganhamos'. Trump ainda prometeu que, se não houver um acordo, ele mesmo 'terminará o trabalho'. 'Eles vão fazer a coisa certa, ou vamos terminar o trabalho'. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que não pensa nos efeitos econômicos da guerra com o Irã sobre os cidadãos americanos. Ao ser questionado se isso influencia nas negociações, o republicano comentou que não 'pensa em ninguém' para isso. 'Eu penso em uma coisa só: não podemos deixar o Irã ter uma arma nuclear'. Com o Estreito de Ormuz permanecendo fechado e sem uma solução clara à vista no Oriente Médio, o apoio do presidente à economia despencou. No mês passado, 51% dos americanos entrevistados por uma pesquisa da CBS News/YouGov disseram que o aumento dos preços da gasolina representa uma dificuldade financeira. A inflação em abril subiu para uma taxa anual de 3,8%, a mais alta desde 2023. O presidente afirmou desde o início da guerra que as consequências para os americanos seriam piores se o Irã possuísse armas nucleares. De acordo com levantamento da associação de postos de combustíveis, o preço médio nacional da gasolina nessa terça-feira (12) era de US$ 4,50. No entanto, Trump disse que a guerra estava indo tão bem que o assunto não seria mencionado quando se encontrasse com o presidente chinês Xi Jinping. 'Temos muitas coisas para discutir, mas, para ser honesto, eu não diria que o Irã é uma delas, porque temos o Irã sob controle'.