Mais de 2 milhões de pessoas são esperadas na Marcha para Jesus nesta quinta (4) em São Paulo

Mais de dois milhões de pessoas são esperadas na Marcha para Jesus, nesta quinta-feira, feriado de Corpus Christi, em São Paulo. O evento chega à 34ª edição e deve reunir fiéis em um trajeto de três quilômetros e meio. A caminhada sai da região da estação Luz, no Centro, e segue até a Praça Heróis da FEB, perto do Campo de Marte, na zona norte. Mais de 26 mil caravanas se inscreveram para participar. O percurso terá oito trios elétricos. O primeiro sai às nove e meia da manhã, com crianças, pessoas com deficiência e participantes com mobilidade reduzida. A abertura oficial está prevista para as dez horas, com oração do apóstolo Estevam Hernandes. Depois da caminhada, o público acompanha shows de artistas e bandas do gospel nacional na Praça Heróis da FEB, entre eles Aline Barros, Gabriela Rocha, Thalles Roberto e Renascer Praise. A Marcha também deve marcar o reencontro do governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, com o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro. Os dois não vinham se falando desde 15 de maio, quando participaram do lançamento da pré-campanha de Guilherme Derrite ao Senado, em Campinas. O afastamento começou após a divulgação da visita de Flávio ao banqueiro Daniel Vorcaro, preso em investigação da Polícia Federal. Na semana passada, Tarcísio afirmou que Flávio tinha questões a explicar sobre o caso. A relação também foi tensionada pela operação da Polícia Civil de São Paulo contra o Instituto Conhecer Brasil, que teria superfaturado o contrato da Prefeitura para a instalação de pontos de Wi-Fi gratuito na capital. A ONG é ligada a Karina Ferreira da Gama, dona da produtora responsável pelo filme “Dark Horse”, sobre a vida de Jair Bolsonaro. Flávio afirmou que a investigação não tem relação com o filme e disse esperar que a Polícia Civil não seja usada para fins eleitorais. Tarcísio defendeu a autonomia da corporação. O governador disse que a polícia é uma instituição de Estado e que havia uma investigação em curso, a partir de demanda do Ministério Público. Até a semana passada, aliados de Flávio davam como certa a ausência dele na Marcha.

Mais de 2 milhões de pessoas são esperadas na Marcha para Jesus nesta quinta (4) em São Paulo

Mais de dois milhões de pessoas são esperadas na Marcha para Jesus, nesta quinta-feira, feriado de Corpus Christi, em São Paulo. O evento chega à 34ª edição e deve reunir fiéis em um trajeto de três quilômetros e meio. A caminhada sai da região da estação Luz, no Centro, e segue até a Praça Heróis da FEB, perto do Campo de Marte, na zona norte. Mais de 26 mil caravanas se inscreveram para participar. O percurso terá oito trios elétricos. O primeiro sai às nove e meia da manhã, com crianças, pessoas com deficiência e participantes com mobilidade reduzida. A abertura oficial está prevista para as dez horas, com oração do apóstolo Estevam Hernandes. Depois da caminhada, o público acompanha shows de artistas e bandas do gospel nacional na Praça Heróis da FEB, entre eles Aline Barros, Gabriela Rocha, Thalles Roberto e Renascer Praise. A Marcha também deve marcar o reencontro do governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, com o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro. Os dois não vinham se falando desde 15 de maio, quando participaram do lançamento da pré-campanha de Guilherme Derrite ao Senado, em Campinas. O afastamento começou após a divulgação da visita de Flávio ao banqueiro Daniel Vorcaro, preso em investigação da Polícia Federal. Na semana passada, Tarcísio afirmou que Flávio tinha questões a explicar sobre o caso. A relação também foi tensionada pela operação da Polícia Civil de São Paulo contra o Instituto Conhecer Brasil, que teria superfaturado o contrato da Prefeitura para a instalação de pontos de Wi-Fi gratuito na capital. A ONG é ligada a Karina Ferreira da Gama, dona da produtora responsável pelo filme “Dark Horse”, sobre a vida de Jair Bolsonaro. Flávio afirmou que a investigação não tem relação com o filme e disse esperar que a Polícia Civil não seja usada para fins eleitorais. Tarcísio defendeu a autonomia da corporação. O governador disse que a polícia é uma instituição de Estado e que havia uma investigação em curso, a partir de demanda do Ministério Público. Até a semana passada, aliados de Flávio davam como certa a ausência dele na Marcha.