Mateus Simões é alvo de adversários no primeiro debate em Minas Gerais

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, do PSD, candidato à reeleição, virou o alvo dos adversários no debate realizado pela Band, nesse domingo. Simões perguntou a Alexandre Kalil, do PDT, sobre feminicídio, afirmando que ele teria dito que esse não era um assunto de estado. Kalil então, retrucou afirmando que o atual governo abandonou as polícias. "Quem tem que falar de feminicídio é o governo, que há 13 anos está sucatando e liquidando. O papel gênico em Caeté é o supermercado da avenida que doa para a delegacia. A delegacia de mulheres de Ribeirão das Neves, se eu não grito, quem me contou foi a delegada, estava sendo despejada por falta de pagamento do governo". Outro questionamento à gestão estadual foram as isenções fiscais. Na lei orçamentária de 2027 estão previstos mais de 26 bilhões e 200 mil reais em incentivos, porém, o governo não divulgou a lista das empresas beneficiadas. Gabriel Azevedo, do MDB, afirmou que uma delas pertence à família do ex-governador e candidato à Presidência, Romeu Zema. "Você já viu a quantidade de empresários que não pagam imposto em Minas Gerais? Nós estamos falando de bilhões de subsídios, mas é bilhões mesmo. Para você ter uma ideia, nos últimos 8 anos, esse governo concedeu para 4 mil empresas, inclusive a da família do Romeu Zema, o direito de não pagar impostos". Mateus não rebateu os ataques e aproveitou para reclamar do governo federal. Segundo ele, as dificuldades de Minas Gerais, como a dívida com a União, se deve a forma como o estado é tratado. "Hoje, ela (a dívida) está dentro do que o caixa do Estado aguenta, mas com muito sofrimento. E é por isso que o primeiro passo, meu, no próximo mandato do próximo presidente é ir à Brasília, e espero que seja outro, para que a gente não seja de novo prejudicado como fomos pelo atual, para dizer a ele que, se ele quer receber, que pelo menos ele gaste em Minas o dinheiro que ele está recebendo". Já Cleitinho Azevedo, do Republicanos, criticou Mateus e Zema que, segundo ele, deixaram de negociar um acordo mais justo para o estado por causa de ideologia. "A atual governo, não é nem o Mateus, pelo Romeu Zema, que na reeleição dele, em vez de ele preocupar com essa situação da dívida do Estado, ele foi fazer campanha presencial. Então acabou atacando o governo atual de todas as formas e não foi lá dialogar e conversar. O Propag era um mal necessário, porque se tivesse sentado com Lula, que é o atual presidente, independente de qualquer ideologia, e colocasse as propostas na mesa, com certeza não chegava ao ponto que chegou". O auxílio a Simões partiu de Flávio Roscoe, do PL, que criticou a administração anterior do PT. "Eu sou indignado com a situação do Brasil e com a situação de Minas Gerais e acho que podemos muito mais. Já vimos o desastre da gestão do PT aqui no nosso Estado que aniquilou o futuro de várias famílias e não podemos deixar isso voltar a acontecer assim como estamos assistindo no governo nacional". O candidato petista, Patrus Ananias, não participou do debate porque esteve em São Paulo para o lançamento da campanha de Lula à reeleição.

Mateus Simões é alvo de adversários no primeiro debate em Minas Gerais

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, do PSD, candidato à reeleição, virou o alvo dos adversários no debate realizado pela Band, nesse domingo. Simões perguntou a Alexandre Kalil, do PDT, sobre feminicídio, afirmando que ele teria dito que esse não era um assunto de estado. Kalil então, retrucou afirmando que o atual governo abandonou as polícias. "Quem tem que falar de feminicídio é o governo, que há 13 anos está sucatando e liquidando. O papel gênico em Caeté é o supermercado da avenida que doa para a delegacia. A delegacia de mulheres de Ribeirão das Neves, se eu não grito, quem me contou foi a delegada, estava sendo despejada por falta de pagamento do governo". Outro questionamento à gestão estadual foram as isenções fiscais. Na lei orçamentária de 2027 estão previstos mais de 26 bilhões e 200 mil reais em incentivos, porém, o governo não divulgou a lista das empresas beneficiadas. Gabriel Azevedo, do MDB, afirmou que uma delas pertence à família do ex-governador e candidato à Presidência, Romeu Zema. "Você já viu a quantidade de empresários que não pagam imposto em Minas Gerais? Nós estamos falando de bilhões de subsídios, mas é bilhões mesmo. Para você ter uma ideia, nos últimos 8 anos, esse governo concedeu para 4 mil empresas, inclusive a da família do Romeu Zema, o direito de não pagar impostos". Mateus não rebateu os ataques e aproveitou para reclamar do governo federal. Segundo ele, as dificuldades de Minas Gerais, como a dívida com a União, se deve a forma como o estado é tratado. "Hoje, ela (a dívida) está dentro do que o caixa do Estado aguenta, mas com muito sofrimento. E é por isso que o primeiro passo, meu, no próximo mandato do próximo presidente é ir à Brasília, e espero que seja outro, para que a gente não seja de novo prejudicado como fomos pelo atual, para dizer a ele que, se ele quer receber, que pelo menos ele gaste em Minas o dinheiro que ele está recebendo". Já Cleitinho Azevedo, do Republicanos, criticou Mateus e Zema que, segundo ele, deixaram de negociar um acordo mais justo para o estado por causa de ideologia. "A atual governo, não é nem o Mateus, pelo Romeu Zema, que na reeleição dele, em vez de ele preocupar com essa situação da dívida do Estado, ele foi fazer campanha presencial. Então acabou atacando o governo atual de todas as formas e não foi lá dialogar e conversar. O Propag era um mal necessário, porque se tivesse sentado com Lula, que é o atual presidente, independente de qualquer ideologia, e colocasse as propostas na mesa, com certeza não chegava ao ponto que chegou". O auxílio a Simões partiu de Flávio Roscoe, do PL, que criticou a administração anterior do PT. "Eu sou indignado com a situação do Brasil e com a situação de Minas Gerais e acho que podemos muito mais. Já vimos o desastre da gestão do PT aqui no nosso Estado que aniquilou o futuro de várias famílias e não podemos deixar isso voltar a acontecer assim como estamos assistindo no governo nacional". O candidato petista, Patrus Ananias, não participou do debate porque esteve em São Paulo para o lançamento da campanha de Lula à reeleição.