MG tem 11 candidatos ao governo registrados; mesmo número de candidaturas de 2022
Minas Gerais tem onze candidatos registrados ao governo do estado: Alexandre Kalil (PDT), Ben Mendes (Missão), Cleitinho Azevedo (Republicanos), Flávio Roscoe (PL), Gabriel Azevedo (MDB), Henrique Áreas (PCO), Indira Xavier (Unidade Popular), Mateus Simões (PSD), Patrus Ananias (PT), Túlio Lopes (PCB) e Rafael Duda (PSTU). É a mesma quantidade de candidaturas da última eleição, em 2022. O candidato Mateus Simões, atual governador do estado, vai tentar a eleição, após ter sido vice de Romeu Zema (Novo), que concorre à Presidência da República. Simões concorre com a Coligação Minas no Caminho Certo, formada pelo PSD, União Progressista, Partido Novo, Avante, Federação Renovação Solidária, Mobiliza, Democracia Cristã e Agir. O candidato Alexandre Kalil, que concorreu ao Executivo estadual no último pleito, está com a coligação Cuidar de Minas, formada pelo PDT e a Federação PSDB e Cidadania. Ele foi o segundo mais votado na última eleição ao governo do estado. A única mulher candidata ao governo de Minas é Indira Xavier, do Unidade Popular. Ela também esteve presente nas últimas eleições ao governo de Minas e foi a sétima mais votada. Quem também concorreu a um cargo nas últimas eleições, mas para a Prefeitura de Belo Horizonte, foi Gabriel Azevedo (MDB). Ele terminou o pleito como o sexto mais votado. Neste ano, é candidato pelo mesmo partido, em chapa puro sangue. Outros candidatos cujos partidos não formaram coligação são Ben Mendes (Missão), Henrique Áreas (PCO), Túlio Lopes (PCB) e Rafael Duda (PSTU). Eles declararam à Justiça Eleitoral que não possuem bens. O candidato com maior patrimônio declarado é Flávio Roscoe (PL), com mais de TREZE milhões e 350 mil reais. Ele foi presidente da FIEMG e dará palanque em Minas Gerais ao candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro, também do PL. Patrus Ananias (PT) é candidato pela coligação “Pra Minas Gerais voltar a sonhar”, composta por PSB, PCdoB, PV, PSOL e Rede; e será o palanque, em Minas Gerais, para o candidato à reeleição para a presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Patrus Ananias foi ministro de Lula de 2004 a 2010. A candidatura de Cleitinho Azevedo, do Republicanos, foi registrada horas antes do fim do prazo determinado pela Justiça Eleitoral, depois de muito impasse envolvendo a direção nacional do partido e atritos públicos. Líder nas pesquisas, o senador adiou ao máximo a definição e chegou a declarar publicamente que não seria candidato. Mas, no dia seguinte, Cleitinho voltou atrás e decidiu se lançar à disputa. A decisão irritou a cúpula nacional do Republicanos e o senador teve que se desculpar publicamente com a direção do partido.

Minas Gerais tem onze candidatos registrados ao governo do estado: Alexandre Kalil (PDT), Ben Mendes (Missão), Cleitinho Azevedo (Republicanos), Flávio Roscoe (PL), Gabriel Azevedo (MDB), Henrique Áreas (PCO), Indira Xavier (Unidade Popular), Mateus Simões (PSD), Patrus Ananias (PT), Túlio Lopes (PCB) e Rafael Duda (PSTU). É a mesma quantidade de candidaturas da última eleição, em 2022. O candidato Mateus Simões, atual governador do estado, vai tentar a eleição, após ter sido vice de Romeu Zema (Novo), que concorre à Presidência da República. Simões concorre com a Coligação Minas no Caminho Certo, formada pelo PSD, União Progressista, Partido Novo, Avante, Federação Renovação Solidária, Mobiliza, Democracia Cristã e Agir. O candidato Alexandre Kalil, que concorreu ao Executivo estadual no último pleito, está com a coligação Cuidar de Minas, formada pelo PDT e a Federação PSDB e Cidadania. Ele foi o segundo mais votado na última eleição ao governo do estado. A única mulher candidata ao governo de Minas é Indira Xavier, do Unidade Popular. Ela também esteve presente nas últimas eleições ao governo de Minas e foi a sétima mais votada. Quem também concorreu a um cargo nas últimas eleições, mas para a Prefeitura de Belo Horizonte, foi Gabriel Azevedo (MDB). Ele terminou o pleito como o sexto mais votado. Neste ano, é candidato pelo mesmo partido, em chapa puro sangue. Outros candidatos cujos partidos não formaram coligação são Ben Mendes (Missão), Henrique Áreas (PCO), Túlio Lopes (PCB) e Rafael Duda (PSTU). Eles declararam à Justiça Eleitoral que não possuem bens. O candidato com maior patrimônio declarado é Flávio Roscoe (PL), com mais de TREZE milhões e 350 mil reais. Ele foi presidente da FIEMG e dará palanque em Minas Gerais ao candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro, também do PL. Patrus Ananias (PT) é candidato pela coligação “Pra Minas Gerais voltar a sonhar”, composta por PSB, PCdoB, PV, PSOL e Rede; e será o palanque, em Minas Gerais, para o candidato à reeleição para a presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Patrus Ananias foi ministro de Lula de 2004 a 2010. A candidatura de Cleitinho Azevedo, do Republicanos, foi registrada horas antes do fim do prazo determinado pela Justiça Eleitoral, depois de muito impasse envolvendo a direção nacional do partido e atritos públicos. Líder nas pesquisas, o senador adiou ao máximo a definição e chegou a declarar publicamente que não seria candidato. Mas, no dia seguinte, Cleitinho voltou atrás e decidiu se lançar à disputa. A decisão irritou a cúpula nacional do Republicanos e o senador teve que se desculpar publicamente com a direção do partido.
Comentários (0)
Comentários do Facebook