Parlamento do Irã 'certamente' aprovaria recompensa pela morte de Trump, diz autoridade
Um membro do parlamento iraniano disse que os legisladores aprovariam 'certamente' uma proposta que oferece uma recompensa a qualquer pessoa que matasse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após a conclusão do processo legal da medida. Hassanali Akhlaghi-Amiri disse ao veículo Didban Iran que a proposta passaria sem maiores problemas. Ele fez essas declarações em um momento em que preocupações com a segurança obrigaram o parlamento a continuar realizando sessões online. Em meio a isso, a Casa Branca negou nesta quinta-feira (21) as notícias de que o Líder Supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, teria ordenado que o urânio enriquecido permanecesse no Irã. A Fox News noticiou o caso, citando fontes da administração americana. Segundo o veículo, nenhuma decisão foi tomada sobre o tema. Do outro lado, um alto funcionário iraniano, em declaração à Al Jazeera, negou a reportagem também, classificando a reportagem como 'propaganda dos inimigos do acordo'. Ele afirmou que a posição de Teerã permanece a mesma: o país irá diluir o material por conta própria. Segundo a agência Reuters, o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, emitiu uma diretiva proibindo o envio de urânio enriquecido para o exterior, endurecendo a posição de Teerã em relação a uma das principais exigências dos Estados Unidos nas negociações de paz. A ordem do aiatolá Mojtaba Khamenei pode frustrar ainda mais o presidente americano Donald Trump e complicar as negociações para o fim da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã. Novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei. Ahmad Al-Rubaye/AFP O Irã está preparando uma resposta a um texto para uma proposta de paz enviado pelos Estados Unidos, e discussões estão em andamento em Teerã, informou nesta quinta-feira (21) a mídia estatal do país. O texto enviado por Washington reduziu algumas divergências, afirmou a TV do país, acrescentando que a visita do chefe do exército paquistanês, Asim Munir, ao Irã, tem como objetivo reduzir as divergências restantes e chegar ao ponto em que um memorando de entendimento pudesse ser formalmente aceito. Ele deve viajar ao país nesta quinta, como parte dos esforços de mediação entre o Irã e os Estados Unidos. Segundo informações, Munir continuava em consulta com autoridades iranianas e levaria uma nova mensagem de Washington para Teerã.

Um membro do parlamento iraniano disse que os legisladores aprovariam 'certamente' uma proposta que oferece uma recompensa a qualquer pessoa que matasse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após a conclusão do processo legal da medida. Hassanali Akhlaghi-Amiri disse ao veículo Didban Iran que a proposta passaria sem maiores problemas. Ele fez essas declarações em um momento em que preocupações com a segurança obrigaram o parlamento a continuar realizando sessões online. Em meio a isso, a Casa Branca negou nesta quinta-feira (21) as notícias de que o Líder Supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, teria ordenado que o urânio enriquecido permanecesse no Irã. A Fox News noticiou o caso, citando fontes da administração americana. Segundo o veículo, nenhuma decisão foi tomada sobre o tema. Do outro lado, um alto funcionário iraniano, em declaração à Al Jazeera, negou a reportagem também, classificando a reportagem como 'propaganda dos inimigos do acordo'. Ele afirmou que a posição de Teerã permanece a mesma: o país irá diluir o material por conta própria. Segundo a agência Reuters, o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, emitiu uma diretiva proibindo o envio de urânio enriquecido para o exterior, endurecendo a posição de Teerã em relação a uma das principais exigências dos Estados Unidos nas negociações de paz. A ordem do aiatolá Mojtaba Khamenei pode frustrar ainda mais o presidente americano Donald Trump e complicar as negociações para o fim da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã. Novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei. Ahmad Al-Rubaye/AFP O Irã está preparando uma resposta a um texto para uma proposta de paz enviado pelos Estados Unidos, e discussões estão em andamento em Teerã, informou nesta quinta-feira (21) a mídia estatal do país. O texto enviado por Washington reduziu algumas divergências, afirmou a TV do país, acrescentando que a visita do chefe do exército paquistanês, Asim Munir, ao Irã, tem como objetivo reduzir as divergências restantes e chegar ao ponto em que um memorando de entendimento pudesse ser formalmente aceito. Ele deve viajar ao país nesta quinta, como parte dos esforços de mediação entre o Irã e os Estados Unidos. Segundo informações, Munir continuava em consulta com autoridades iranianas e levaria uma nova mensagem de Washington para Teerã.

Comentários (0)
Comentários do Facebook